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IECLB História Acervo histórico da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil

Sínodo histórico · séc. XIX – início do séc. XX

Período Congregacional

Autor: Wilhelm Wachholz
INTRODUÇÃO
A IECLB se constituiu como uma igreja de imigrantes. Conseqüentemente ela também pode ser considerada uma “igreja de transplante”. No entanto, ao se mencionar o termo “igreja”, em primeira linha, deve-se ter em mente os próprios imigrantes teuto-evangélicos. A “igreja dos pastores”, de modo geral, tal como foi transplantada para o Rio Grande do Suo (RS), passou a existir, a rigor, somente após a vinda de George Hermann Borchard (1823-1891) em 1864. Até então, os poucos pastores que haviam atuado no RS caracterizaram a primeira fase congregacional do protestantismo local como pioneiro (até por volta da metade da década de 1840) seguido da segunda fase congregacional (entre meados da década de 1840 até a fundação do Sínodo Evangélico Alemão da Província do Rio Grande do Sul em 1868) 1.
Entre o início da imigração alemã no RS e a chegada de Borchard, nenhuma sociedade missionária ou “igreja-mãe” havia enviado um pastor para atuar entre os evangélicos. No Brasil em geral, não foi muito diferente, pois é somente em 1861 que a Sociedade Missionária de Basiléia (SMB) assumiria campos de atuação2.
A rigor, todo este tempo, isto é, desde o início da imigração até o ano de 1864, pode ser considerado como período congregacional. Por que? Devido a compreensão existente entre as comunidades segundo a qual a igreja termina nos limites geográficos da paróquia. Aliás, se considerarmos isso, poderemos até mesmo afirmar que este período não terminou em 1864, nem em 1868 – com a fundação do Sínodo Evangélico Alemão da Província do Rio Grande do Sul –, mas que, talvez, somente tenha encerrado em 1886 com a criação do Sínodo Rio-Grandense, e isso somente para aquelas comunidades que efetivamente se integraram ao Sínodo Rio-Grandense, pois, se considerarmos, por exemplo, que as “comunidades livres” continuaram existindo, isto é, não se filiaram a nenhum sínodo, o período congregacional, a rigor, da perspectiva da história da IECLB, poderia ser descrito como não tendo terminado até hoje! 3.

De outro lado, pelo surgimento e pela história distinta de cada sínodo que constituiria a futura IECLB (trata-se do já citado Sínodo Rio-Grandense (1886), do Sínodo Evangélico-Luterano de Santa Catarina, Paraná e Outros Estados do Brasil (1905), da Associação Evangélica de Comunidades de Santa Catarina (1911) e do Sínodo do Brasil Central (1912)), a rigor, também não pode se delimitar em termos cronológicos de forma uniforme o período “congregacional” e “pós-congregacional” nas Províncias/Estados brasileiros. Por isso, cabe analisar comunidades e pastorados de forma mais regional.

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1.0 – COMUNIDADES E PASTORES NOS PRINCIPAIS ESTADOS COLONIZADOS POR ALEMÃES
1.1 – RIO GRANDE DO SUL
Durante os período congregacional, encontramos somente os pastores Johann Georg Ehlers (1779-1850), Carl Leopold Voges (1801-1892), Friedrich Christian Klingelhöfer (1784-1838), August Wilhelm Klenze (1805-1861), Johann Peter Christian Haesbert (1807-1890) e Otto Heinrich Theodor Recke (nasc. 1804) no RS. Os primeiros três pastores pioneiros foram contratados pelo governo, fato que caracteriza a primeira fase do período congregacional4.
Ehlers atuou como pastor na colônia de São Leopoldo entre 1824 e aproximadamente 1842. Mais tarde tornou-se católico quando se encontrava no Rio de Janeiro (RJ). Havia nascido na Província de Hanôver, foi educador de Johann Hinrich Wichern (pai da Missão Interna), atuou como sacristão-mor na igreja paroquial de São Tiago, em Hamburgo, antes de vir ao Brasil5.
Voges atuou entre 1825 e 1826 como pastor-auxiliar de Ehlers e, então, transferiu-se para a Itati (Três Forquilhas), com cerca de 400 migrantes, onde atuou até 1892 quando faleceu. Havia nascido em Friedberg, no distrito de Hildesheim, Província de Hanôver6.
Klingelhöfer imigrou na qualidade de colono inicialmente. Depois assumiu as funções pastorais na margem direita do rio dos Sinos, com sede em Campo Bom, após a transferência de Voges para Itati. Nasceu em Battenberg, Província de Hessen. Havia atuado como pastor em Buchenau (1808-1819) e em Bobenhausen (1819-1825). Faleceu em meios as distúrbios da Revolução Farroupilha, em 1838, lutando contra as tropas imperiais7.
Ehlers, Voges e Klingelhöfer foram os três pioneiros do protestantismo no RS. Haviam sido recrutados e contratados pelo major Schaeffer em nome do governo brasileiro que também pagou seus salários até por volta de 1830/1831. A primeira fase do período congregacional terminou com a saída de Ehlers de São Leopoldo, ao que tudo indica, depois de conflitos na comunidade. Ele se transferiu para o RJ onde se converteu ao catolicismo8.
A segunda fase do período congregacional se caracterizou, entre outros, pela vinda por iniciativa própria de pastores. No RS, encontramos outros três pastores nesta fase. Klenze foi o primeiro destes pastores e atuou em São Leopoldo entre 1843 e 1861. Havia estudado em Berlim. Faleceu no dia 5 de abril de 1861 quando oficiava o culto de Páscoa na comunidade de São Leopoldo9.
Em 1845 o P. Haesbert chegou à colônia, vindo dos EUA. Trabalhou em Hamburgo Velho (Novo Hamburgo) até 1886. Havia nascido em Kleve e emigrou para os EUA ainda jovem para realizar seus estudos de teologia no Seminário de Gettysburg, pertencente ao recém-fundado Sínodo Geral Luterano. Atuou como pastor durante 12 anos em Baltimore10.
Em 1848 Recke assumiu o pastorado na comunidade de Campo Bom, onde esteve até 1867. Havia nascido em Pritzwalk, prestou o exame teológico em Berlim e realizou seu doutorado em Leipzig, na Faculdade de Filosofia. Considerando seu currículo tão completo, surgem dúvidas sobre o que o teria levado a emigrar. Talvez um indício poderia ser a observação feita sobre ele de que “estava mais preocupado com lucros mundanos de seu posto do que com a preservação da concórdia” 11. Recke teve de abandonar a cidade de Rio Grande no início de sua atividade no Brasil por “falta grave cometida”. Ele nunca foi reconhecido como pastor por Borchard durante os cerca de 3 anos em que atuou nas comunidade de São Leopoldo e Campo Bom, respectivamente. Aliás, Recke teve que fugir em 1867 para Buenos Aires, depois que o pai de uma criança estuprada havia apresentado queixa a Borchard contra Recke12.
O período congregacional do protestantismo no RS se caracterizou basicamente pela atuação destes seis pastores, além de um número crescente de pastores não-ordenados. A partir da chegada de Borchard ao RS, iniciou uma nova fase na história do protestantismo rio-grandense marcada, entre outros aspectos, pelo modelo institucional de igreja - inaugurado propriamente com a fundação do Sínodo Evangélico Alemão da Província do Rio Grande do Sul (1868) que, embora não viesse a solidificar-se – foi declarado extinto em 1875! –, procurou afirmar-se como centralizador, organizador, unificador. Este modelo representou a tentativa de rompimento com o modelo congregacional. Observe-se que o pastor primarius13 Haesbert, a rigor, foi o único protagonista do antigo modelo integrado pelo novo, mas não na função que tinha, senão somente como pastor. Recke, que atuou somente até 1867, e Voges não se tornaram “pastores sinodais” 14.
1.2 – SANTA CATARINA
O período congregacional em Santa Catarina (SC), entendido como ausência de uma igreja institucionalizada, organizada em forma de sínodo, se estendeu até mais tarde se comparado com o RS. A rigor, teria que se falar de congregacionalismo até 1905 quando ocorreu a fundação do Sínodo Evangélico Luterano de Santa Catarina, Paraná e Outros Estados (que se originou das atividades das Caixas de Deus Luterana – cf. 2 Reis 12.9ss e Marcos 12.41ss) que havia enviado o P. Karl Otto Kuhr para reunir os luteranos em torno de um sínodo. Ou então, teria que se falar de “congregacionalismo” até 1911 com a fundação da “Associação Evangélica de Comunidades de Santa Catarina” que, na verdade, já teve seus princípios na segunda metade da década de 1880, mas se desenvolveu, paulatinamente como uma conferência de pastores até tornar-se propriamente um sínodo15.
A que se mencionar que a colonização por imigrantes europeus, particularmente de fala alemã, iniciou mais tarde em SC. A exemplo do RS, já no primeiro entre os primeiros imigrantes encontramos pastor em SC. Em 1851, junto com o primeiros imigrantes chegado a Joinville, estava o cand. theol. Daniel Jakob Hofmann. Ele, no entanto, já se transferiria para Petrópolis/RJ em 1853, onde atuou até 1859. Seu sucessor em Joinville se tornou o P.Georg Hölzel que lá atuou entre 1854 e 1858 e, posteriormente, entre 1863 e 1886. A partir de 1866 encontramos em Joinville o P. Friedrich Stapel16.
Por intermédio do colonizador Dr. Hermann Blumenau veio a SC o P. Oswald Hesse que chegou à colônia de Blumenau (fundada em 1850) – após ter este recebido a confirmação do governo imperial do pagamento do salário para um pastor evangélico. Durante 22 anos, Hesse teve um grande campo de trabalho que incluía Itoupava, Badenfurt – aqui foi inaugurada o primeiro templo de toda a colônia em julho de 1872! –, Pomerode, Warnow, Indaial, Benedito Novo e, até 1864, também a colônia de Brusque quando esta passou a ser assistida pelo P. Sandreczki, um enviado da SMB. Sandreczki assumiu o pastorado em Blumenau quando Hesse retornou em 1879 para a Alemanha. Quando Sandreczki emigrou para os EUA, por volta de 1888, assumiu em seu lugar o P. H. Faulhaber, enviado por intermédio do Conselho Superior Eclesiástico de Berlim (CSEB) 17.
Quando a situação da colônia de Blumenau melhorou, a comunidade de Badenfurt se tornou independente (1883) e, em 1884, recebeu Heinrich Runte como seu pastor próprio que lá atuou até 1907. Runte fora enviado pela Sociedade Evangélica de Barmen (SEB) 18.
Estrada da Ilha (Inselstrasse) recebeu seu primeiro pastor na pessoa de H. Feinauer, enviado pela SMB em 1864 tendo atuado na comunidade até 188219.
São Pedro de Alcântara (Teresópolis, fundada em 1860) teve em Karl Wagner-Groben seu primeiro pastor que assumiu a atividade pastoral em 1861, após enviado pela SMB, tendo atuado até 1864, quando se transferiu para a cidade do Rio de Janeiro. Sucedeu-lhe em 1865 até 1872 o P. Christian Tischhauser, enviado em 1864 pela SMB Em 1870 assumiu o pastorado de Santa Isabel (fundada em 1847) o P. Christian Zhuhan, enviado pela SMB, onde atuou até 190920.
A menção destes pastores permite um panorama sobre a realidade dos evangélicos em SC no século XIX, isto é, antes da fundação de um sínodo e de um trabalho de envio mais regular de pastores por parte de uma instituição européia. Os nomes citados acima, são contratados/enviados de formas e instituições diferentes. Este panorama, a rigor, se torna mais complexo quando do envio do P. Otto Kuhr, pois, com ele, o protestantismo catarinense de desdobra em duas “faces” através da fundação de dois sínodos(Sínodo Evangélico Luterano de Santa Catarina, Paraná e Outros Estados e Associação Evangélica de Comunidades de Santa Catarina) 21.
1.3 - PARANÁ
A fundação de comunidades no Paraná (PR) e a assistência destas por pastores no período congregacional ocorreu em certa sintonia com o trabalho em SC. Isso pode ser percebido, por exemplo, no fato de os dois sínodos fundados em SC incluírem de alguma forma as comunidades do Estado do PR.
A primeira criação de comunidade no PR ocorreu em Curitiba por iniciativa do professor Friedrich Gärtner que iniciou seu trabalho lá no primeiro Domingo de Advento de 1866. O primeiro pastor que, a rigor, pode ser encontrado no PR, é Robert Kröhne que atuou em Curitiba entre fevereiro de 1870 e novembro de 1871, após ter sido enviado ao RS pelo CSEB em 1868. Kröhne foi sucedido pelo P. August Boecker que, após enviado pela SEB, atuou em Curitiba entre 1872 e 188522.
Outro nome é o de Wilhelm Hasenack, também enviado pela SEB (1879), e que viria a atuar entre os teuto-russos no PR, especialmente nos municípios de Ponta Grossa, Palmeira e Lapa, que ali haviam chegado sobretudo nos anos entre 1877 e 187923.
1.4 – SÃO PAULO
No Natal de 1858, o P. Georg Hölzel, que atuou entre 1858 e 1860 (1866), após ter se transferido de Joinville, para onde fora enviado pelo Sociedade Colonizadora Hanseática em 1851, celebrou o primeiro culto alemão-protestante na cidade de São Paulo, ocorrido na casa Schaumann. Ainda assim, Hölzel não conseguiu fundar uma comunidade. Da mesma forma, as tentativas do P. Häussler fracassaram em 1869. De 1871 a 1873, Robert Kröhne, que veio de Curitiba, atuou na cidade, após ter sido enviado anteriormente pelo CSEB ao RS em 1868. Uma comunidade evangélica, contudo, seria fundada somente em 189124.
Em Campinas atuou o P Michael Friedrich Häussler entre1867 e 1868 enviado pela SMB. De 1874 a 1918 atuou na comunidade o P. Friedrich Müller, um enviado da SMB. Entre 1870 e 1891, atuou em Limeira/Rio Claro o P. Johann Jakob Zink, enviado pela SMB25
1.5 – RIO DE JANEIRO
Particularmente em Nova Friburgo, encontramos um pastor que poderia ser enquadrado, ao estilo do modelo no RS, de pioneiro. Trata-se de Friedrich Oswald Sauerbronn (1784-1867) que tomou a decisão de acompanhar para o Brasil os membros de sua comunidade de atuação na Alemanha, a saber, de Becherbach, perto de Kirn, Hessen. Ele atuou na comunidade até 1864. Entre 1861 e 1906 atuou na comunidade o P. Johann Caspar Meyer26.
Na cidade do Rio de Janeiro atuou o P. Lic. LudwigNeumann entre fevereiro de 1837 e 1843, enviado pelo CSEB. Em 1843 assumiu o pastorado Georg Friedrich Ave-Lallemant, atuando até 1848. Este foi sucedido por Johann Friedrich Winkler que atuou na comunidade entre 1849 e 1855, após ter sido enviado do CSEB. Entre 1855 e 1861 atuou lá o P. Eugen Richard Schmidt, enviado pelo CSEB. O P. Albert Billroth, enviado pelo CSEB, o sucedeu em 1860, atuando até o início de 1864. Neste ano até 1871, atuou lá o P. Karl Wagner-Groben, um enviado pela SMB em 1861 a SC. Karl Max Gruel atuou entre 1872 e 1903 depois de ter sido enviado pelo CSEB em 1866 ao RS27.
Petrópolis (fundada em 1845) teve em Julius Friedrich Lippold seu primeiro pastor que lá atuou entre 1846 e 1851, ano em que faleceu. Entre 1853 e 1859, a comunidade teve como pastor seu Daniel Jakob Hoffmann, vindo do Joinville. Entre 1862 e 1866 a comunidade foi assistida pelo P. Gottlieb Ströle, um enviado pela SMB. Sucedeu-o entre 1868 e 1870 o P. Johann Bernhard Pflüger que havia sido enviado pela SMB ao Brasil em 1861. Em 1872 até 1883 atuou na comunidade o P. Johann Vorster28.
1.6 – ESPÍRITO SANTO
Em 1857 chegou o primeiro pastor ao Espírito Santo (ES), especificamente em Domingos Martins, onde os primeiros imigrantes haviam chegado no ano de 1847. Tratava-se do P. König que acabou falecendo já no ano seguinte. Então o CSEB enviou o P. Constantin Held em 1859 que, ainda no mesmo ano, também viria a falecer. Em 1860 o CSEB enviou um novo pastor, Heinrich Eger, que atuou nesta comunidade até 1867. Sucedeu-o o P. Otto Fiege, enviado pelo CSEB, que atuou até 1869. Entre 1872 e 1878 encontramos o P. Dietegen Flury atuando na comunidade após enviado pela SMB. Entre 1871 e 1878 também atuou lá o P. Michael Mehl, também enviado pela SMB e, entre 1875 e 1879, o P. Johann Schäfer após enviados pela SMB29.
Santa Leopoldina recebeu seu primeiro pastor na pessoa de Hermann Reuther que atuou lá entre 1864 e 1871. Sucedeu-o na comunidade o P. E. Neudörfer contratado pelo governo brasileiro que lá atuou entre 1872 e 1882. Em 1871 Georg Ertz, enviado pelo CSEB, chegou na comunidade tendo atuando lá até 187630.
Os protestantes de Rio Novo (fundada em 1854) receberam seu pastor na pessoa de Johann Pflüger, um enviado da SMB, que lá atuou entre 1861 e 186831.
1.7 – MINAS GERAIS
Embora as colônias de Teófilo Otoni e Juiz de Fora tivessem sido fundadas somente em 1847 e 1852 respectivamente, o primeiro pastor chega somente em 1862 na pessoa de Johann LeonhardHollerbach, natural de Wertheim, Baden, formado e enviado pela SMB. Ele atuou até 1899 em Teófilo Otoni32.

A comunidade de Juiz de Fora estava vinculada estreitamente à atuação de pastores em Petrópolis/RJ. Os primeiros cultos foram lá celebrados pelo P. Bernhard Pflüger, pastor de Rio Novo/ES. Posteriormente passou a ser assistida pelo P. Gottlieb Ströle, enviado pela SMB em 1862 como pastor de Petrópolis, onde atuou até 1866. Depois, novamente Pflüger assistiu a comunidade (1868-1870). Quando Borchard atuou em Petrópolis (1870-1871) ele assistiu a comunidade. Depois da saída de Borchard até 1886, pastores de Petrópolis assistiram a comunidade. Em 1887, a comunidade finalmente teve seu próprio pastor na pessoa de Johann Caspar Schmierer, um enviado ao RS em 1876 pela SEB33.

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BIBLIOGRAFIA
FISCHER, Joachim. Geschichte der Evangelischen Kirche Lutherischen Bekenntnisses in Brasilien. In: ______; JAHN, Christoph (Hrsg.). Es begann am Rio dos Sinos; Geschichte und Gegenwart der Ev. Kirche Lutherischen Bekenntnisses in Brasilien. Erlangen: Ev.-Lutherischen Mission, 1970. P. 83-204.
HEES, Ulrich. Metamorfoses de uma Igreja de Emigrantes; o Sínodo Rio-grandense de 1886 a 1969. In: ______ (org.). Ensaios Luteranos; dos primórdios aos tempos atuais do luteranismo no Brasil. São Leopoldo: Sinodal, 1986. p. 73-84. (História da Igreja – IECLB, 3)
HUNSCHE, Carlos Henrique. O Ano 1826 da Imigração e Colonização Alemã no Rio Grande do Sul (Província de São Pedro). Porto Alegre: Metrópole, 1977. 637 p.
PRIEN, Hans-Jürgen. Formação da Igreja Evangélica no Brasil; das comunidades teuto-evangélicas de imigrantes até a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. São Leopoldo: Sinodal; Petrópolis, 2001. 581 p.
SCHRÖDER, Ferdinand. Brasilien und Wittenberg; Ursprung und Gestaltung deutschen evangelischen Kirchentums in Brasilien. Berlin/Leipzig: Walter de Gruyter, 1936. 418 p.
WACHHOLZ, Wilhelm. “Atravessem e Ajudem-nos”; a atuação da “Sociedade Evangélica de Barmen” e de seus obreiros e obreiras enviados ao Rio Grande do Sul (1864-1899). São Leopoldo: EST/Sinodal, 2003. 657 p.

Notas e fontes

  1. 1. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 54s.; Wilhelm WACHHOLZ, “Atravessem e Ajudem-nos”, p. 23s.
  2. 2. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 50, 78s.; Wilhelm WACHHOLZ, “Atravessem e Ajudem-nos”, p. 23; Joachim FISCHER, Geschichte der Evangelischen Kirche Lutherischen Bekenntnisses, p. 95s.
  3. 3. Cf. Wilhelm WACHHOLZ, “Atravessem e Ajudem-nos”, p. 24. Cf. também Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 105.
  4. 4. Cf. Wilhelm WACHHOLZ, “Atravessem e Ajudem-nos”, p. 23s.; Joachim FISCHER, Geschichte der Evangelischen Kirche Lutherischen Bekenntnisses, p. 95s.; Martin N. DREHER, Igreja e Germanidade, p. 65-68; Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 50-58.
  5. 5. Cf. Wilhelm WACHHOLZ, “Atravessem e Ajudem-nos”, p. 23; Martin N. DREHER, Igreja e Germanidade, p. 66s.; Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 50s.
  6. 6. Cf. Wilhelm WACHHOLZ, “Atravessem e Ajudem-nos”, p. 23; Martin N. DREHER, Igreja e Germanidade, p. 67.; Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 51-53.
  7. 7. Cf. Wilhelm WACHHOLZ, “Atravessem e Ajudem-nos”, p. 23; Martin N. DREHER, Igreja e Germanidade, p. 67s.; Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 53.
  8. 8. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 50, 54s.; Carlos H. HUNSCHE, O Ano 1826 da Imigração e Colonização Alemã no Rio Grande do Sul, p. 343.
  9. 9. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 56s.; Wilhelm WACHHOLZ, “Atravessem e Ajudem-nos”, p. 24; Martin N. DREHER, Igreja e Germanidade, p. 68.
  10. 10. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 57s.; Wilhelm WACHHOLZ, “Atravessem e Ajudem-nos”, p. 24; Martin N. DREHER, Igreja e Germanidade, p. 68.
  11. 11. Cf. apud, Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 57.
  12. 12. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 56s.; Wilhelm WACHHOLZ, “Atravessem e Ajudem-nos”, p. 24; Martin N. DREHER, Igreja e Germanidade, p. 68.
  13. 13. Título concedido pelo governo anteriormente ao P. Klenze e, posteriormente, a Haesbert. Cf. Martin N. DREHER, Igreja e Germanidade, p. 68; Ulrich HEES, Os Inícios da Formação da Estrutura Eclesiástica no Rio Grande do Sul, p. 5-7; Joachim FISCHER, Geschichte der Evangelischen Kirche Lutherischen Bekenntnisses, p. 102.
  14. 14. Cf. Wilhelm ROTERMUND, ap. AEDB, 1876, p. 34 s.; Wilhelm WACHHOLZ, “Atravessem e Ajudem-nos”, p. 24.
  15. 15. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 147ss., 168ss.
  16. 16. Cf. Martin N. DREHER, Igreja e Germanidade, p. 69s.
  17. 17. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 69.
  18. 18. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 69, 147, 149.
  19. 19. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 286s.
  20. 20. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 151s.; Martin N. DREHER, Igreja e Germanidade, p. 70.
  21. 21. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 79, 160; Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 295-297.
  22. 22. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 147ss.
  23. 23. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 297ss.
  24. 24. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 160.
  25. 25. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 310s.
  26. 26. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 59, 157s.; Martin N. DREHER, Igreja e Germanidade, p. 66.
  27. 27. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 61s., 95; Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 324.
  28. 28. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 324-326.
  29. 29. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 65, 91; Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 327-329.
  30. 30. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 65; Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 330s.
  31. 31. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 335.
  32. 32. Cf. Martin N. DREHER, Igreja e Germanidade, p. 71; Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 338-340.
  33. 33. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 341s.