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IECLB História Acervo histórico da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil

Sínodo histórico · 1911–1962

Associação Evangélica de Comunidades

Associação Evangélica de Comunidades de Santa Catarina (1911-1962)

Autor: Wilhelm Wachholz
RESUMÉ
A) Designações do Sínodo
Evangelischen Gemeindeverband von Santa Catharina1 (1911- ) [Associação Evangélica Alemã de Comunidades de Santa Catarina]
Em 1926 ocorreu a ampliação da Conferência Pastoral para “Sínodo” 2.
Sínodo Evangélico de Santa Catarina e Paraná do Rito Alemão (1933) 3
B) Periódicos Oficiais
Christenbote [Mensageiro Cristão] 4
C) Estatísticas
1) Pastores
Em 4 de fevereiro de 1918: 11 (1 vacância) 5
Em 1941: 206
2) Comunidades Paróquias Famílias Pessoas

1948: 23 62 mil7

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1.0 – HISTÓRIA
1.1 – Da Fundação à Primeira Guerra Mundial
Em novembro de 1888 o P. Heinrich Runte (nasc. 1856; atuou em Badenfurt/SC entre 1884 e 1907) e o P. Wilhelm Lange (nasc. 1858; atuou em Dona Francisca/SC entre 1885 e 1897) visitaram o P. Johannes Dehmlow (nasc. 1851; atuou em Estrada da Ilha/SC – hoje pertencente à Comunidade de Dona Francisca – entre 1883 e 1895). Este encontro foi entendido como sendo a primeira tentativa de conferência pastoral8.
Em 1890 encontraram dois grupos de pastores em dois distritos: Dona Francisca (Comunidades de Joinville/SC, Estrada da Ilha/SC, São Bento/SC, e Brüdertal/SC) e Blumenau (Comunidades de Badenfurt/SC, Santa Isabel/SC, Teresópolis/SC, Brusque/SC e Indaial/SC). A necessidade da fundação de um sínodo foi reconhecida por todos em 1891 quanto ocorreu uma conferência pastoral conjunta de cinco pastores. Mas a origem diferenciada – os pastores haviam sido enviados por quatro organizações diferentes, a saber, pelo Conselho Superior Eclesiástico de Berlim (CSEB), Sociedade Evangélica para os Alemães Protestantes na América (ou Sociedade Evangélica de Barmen – SEB), Sociedade Alemã dos Irmãos e Sociedade Missionária de Basiléia (SMB) – levou a tensões entre pastores de formação missionária e acadêmica. Além destas tensões, a distância geográfica entre as comunidades dificultava a concretização da fundação de um sínodo9.
Finalmente, em 2 de maio de 1896, foi fundada a “Conferência Pastoral Evangélica de Santa Catarina”, embora sem estatutos ainda, sob a presidência do P. Runte (Brusque). Já em 1897 surgiriam tensões entre dois grupos de pastores. Estes conflitos acabariam facilitando ainda mais o trabalho da Caixa de Deus iniciado em 189710.
Em 1905 o P. Hermann Faulhaber (1863-1920, atuante em Blumenau entre 1889 e 1906) propôs ao CSEB que enviasse um mediador para os conflitos. Neste contexto, em 1907 chegaria o P. Dr. Martin Braunschweig, secretário-geral da Sociedade Gustavo Adolfo da Alemanha, que participou da Conferência Pastoral de 14 de agosto daquele ano, como representante da Igreja da Prússia. Ele, contudo, viu frustrado o seu desejo da fundação de um sínodo daquela ocasião11.
Em 26 de agosto de 1909, aconteceria em Blumenau, sob coordenação do P. Walther Mummelthey (nasc. 1873; atuante em Blumenau entre 1906 e 1917) a Conferência Pastoral que contou com presença de representantes de dez paróquias, sendo 15 leigos e oito pastores12.
Na Conferência Pastoral de 20 de agosto de 1910, em Timbó, foi debatido o Estatuto da Conferência Pastoral. Em 6 de agosto de 1911, em conexão com uma nova Conferência Pastoral, realizou-se, em Blumenau, a Assembléia Constituinte da “Associação Evangélica Alemã de Comunidades de Santa Catarina”. As comunidades fundadoras eram: Blumenau, Brusque, Florianópolis, Teresópolis (= Santa Isabel), Santa Teresa, Itoupava, Pomerode, Timbó, São Bento e Badenfurt. Naquela ocasião, também já estavam presentes representantes das áreas de pregação itinerante de Santa Catarina (Bella Aliança = Rio do Sul) e do Paraná. Em 1915, a Conferência abrangia também as comunidades de Quadro (Braço Norte), Anitápolis, Itajaí, Carijós e Humbold13.
1.2 – Da Primeira Guerra Mundial aos Inícios da Década de 1930
A Primeira Guerra Mundial trouxe muitas dificuldades especialmente em território catarinense. Em Santa Catarina e no Paraná foi decretado estado de sítio. Em Santa Catarina, todas as escolas alemãs foram fechadas sendo que o ensino em língua alemã continuou ilegal ainda depois do fim da guerra. Considerou-se isso um duro golpe para a preservação da língua alemã, já classificada de “alemão bárbaro”. Em 1924 constatou-se que a proibição do ensino em língua alemã não mais era observada na maioria das escolas particulares14.
Na década de 1920, a Associação passou por uma profunda crise estrutural. Além disso, enfrentava desvantagens frente ao Sínodo Luterano que fixava contribuições inferiores a seus membros15. Esta concorrência ainda gerava tensões entre ambos os sínodos na década de 193016.
A Conferência Pastoral ocorrida em Blumenau em 16 de agosto de 1926 decidiu, a exemplo do modelo do Sínodo Rio-Grandense, a subdivisão do território da Associação em quatro distritos com o objetivo de aproximar a direção da Associação com as comunidades. Na mesma ocasião, a homologação da adesão da comunidade de Curitiba à Associação estendeu a atuação desta para o Paraná17.
Já em 13 de agosto de 1926, em Jaraguá, pastores da Associação e do Sínodo Luterano se reuniram para tentar uma aproximação. Em junho de 1930, ocorreu uma segunda conferência intersinodal na mesma cidade. A virada de 1932 para 1933 representou uma guinada na história da Associação devido a filiação do Sínodo Evangélico-Luterano à Federação Eclesiástica Evangélica da Alemanha (FEEA) que, por sua vez, trabalhava em conjunto com o CSEB com o qual os outros três sínodos já se relacionavam18. Embora ainda surgissem problemas de limites geográficos de atuação entre ambos os sínodos, após a filiação da Sínodo Evangélico-Luterano/Igreja Luterana Alemã do Brasil à FEEA tornou as relações mais fáceis19. Mesmo assim, as lideranças de ambos os sínodos ainda não cogitavam uma uniformização organizacional sobre uma “base luterana moderada” 20. Pelo contrário, pois na conferência intersinodal ocorrida em Jaraguá do Sul em 27 de julho de 1934 se tratou de solucionar numerosos problemas de divisas entre ambos os sínodos, como, por exemplo, a adesão da comunidade luterana de Curitiba à Associação em troca da cedência de cerca de 1.340 famílias de Indaial e Massaranduba ao Sínodo Evangélico-Luterano. Problemas de limites geográficos ainda surgiriam em 1936, contudo, em 1938, o conselheiro-mor Dr. Schröder manifestou a esperança de grande colaboração entre ambos os sínodos21.
1.3 – A Ideologia da Preservação do Germanismo
A Associação Evangélica de Comunidades não se filiou à Igreja Evangélica Alemã (FEEA) como corporação eclesiástica, pois o Departamento do Exterior não tinha clareza sobre sua política para o Brasil – já estamos às portas da Segunda Guerra! – e porque não considerava a Associação uma Igreja organizada com jurisdição eclesiástica22. Por isso, as comunidades se filiaram isoladamente à Igreja Evangélica Alemã23.
Em agosto de 1933, a Associação Evangélica de Comunidades saudou, através de seu jornal oficial Christenbote, o “\’nascimento da nova Igreja alemã\’” expressando seu desejo de “\’que o tempo dos dirigentes eclesiásticos sem povo seja algo do passado; o povo, porém, reconheça na Igreja sua mãe espiritual, assim como o Estado é o pai do povo\’” 24 Em outubro do mesmo ano, assumiu-se as palavras de Detel ao se publicar: “\’Ansiamos por um Terceiro Reich, um Reich cristão, no qual a Igreja consegue ser o coração, a alma e a consciência do povo do Reich, com a decidida participação da Comunhão de Fé dos \’Teuto-Cristãos\’!\’” 25 De outro lado, chama a atenção um artigo publicado no Christenbote em junho em 1934, segundo o qual “\’nenhuma política traz a redenção, e, sim, somente o puro e autêntico Evangelho\’”. 26 Comparado ao Sínodo Riograndense, no contexto da Associação a ideologia germanista não foi tão radical, a ponto de o prepósito Martin Marczynski (nasc. 1884) relatar em junho de 1937 que “\’não havia percebido divisões político-eclesiásticas ou teológicas no ministério pastoral de SC e PR.\’” 27 Prien, conclusivamente afirma:
O dilema do entrelaçamento de Evangelho e etnismo [levou a que] [...] os sínodos de imigração consideravam o trabalho etnista como elemento irrenunciável de seu trabalho. [...]
Com isso, o Evangelho estava amarrado não apenas ao etnismo, e, sim, adicionalmente, à ideologia nacional-socialista [...]. Como aqui a Igreja ainda era considerada aliada do PTNSA [NSDAP28], certamente a maioria dos pastores sequer entendeu o dilema nem percebeu que a Igreja era considerada pelo Partido tão somente como aliada tática. [...] Portanto, onde teria sido necessária uma discussão teológica, aceitava-se, com prazer, a ajuda do Partido no espírito do antiamericanismo étnico-alemão. 29
Em 1933, a Associação elaborou uma nova constituição, alterando seu nome para Sínodo Evangélico de Santa Catarina e Paraná do Rito Alemão30. Em 1962 o Sínodo, cujo campo geográfico de atuação se entrecruzava com o Igreja Evangélica Luterana no Brasil (Sínodo Evangélico Luterano), se uniu a este dando origem ao Sínodo Evangélico-Luterano Unido31.

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2.0 – A CONFESSIONALIDADE
Os estatutos da Associação Evangélica de Comunidades de Santa Catarina e Paraná sequer faziam menção à questão confessional. Simplesmente afirmam que ela “se constitui [...] das comunidades evangélicas [...] que estão vinculadas com o Conselho Superior Eclesiástico de Berlim.” 32
Pela primeira vez, o Sínodo definiu com clareza sua base confessional na Constituição de 1933 quando estabeleceu a Confessio Augustana invariata e o Catecismo Menor de Lutero como documentos normativos. Percebe-se que, a exemplo do que ocorrera na década de 1920 no Sínodo Rio-Grandense, também no contexto da Associação foram tomadas decisões na direção da confessionalidade luterana33.
Somente em 1951, isto é, já no contexto da Federação Sinodal (FS), estabelecer-se-ia como orientação confessional (Art. 1 § único) que “o Sínodo tem por fim manter e propagar o Evangelho de Jesus Cristo, baseando-se nas Escrituras do Velho e Novo Testamentos, professando as confissões da Reforma Luterana, e faz parte da Federação Sinodal na forma dos Estatutos da mesma.” 34
Se compararmos os estatutos da Associação Evangélica de Comunidades e Sínodo Evangélico-Luterano chama a atenção o que viria ser a orientação confessional a partir de 1962, quando ambos se fundiram constituindo o Sínodo Evangélico Luterano Unido. Os estatutos (Art. 2) estabeleceram que: “O Sínodo Evangélico Luterano Unido tem por missão manter e propagar o Evangelho de Jesus Cristo, baseando-se nas Escrituras Sagradas do Velho e Novo Testamento, professando as confissões da Reforma de Martin Luther, sobretudo a Confessio Augustana e o Catecismo Menor de Martin Luther.” 35

Pode-se concluir que ocorreu um “ir ao encontro” mútuo. Enquanto a Associação Evangélica de Comunidades permitiu uma clareza maior do que simplesmente referência às “confissões da Reforma Luterana”, o Sínodo Evangélico-Luterano “abriu mão” do Catecismo Maior de Lutero, da formulação “inalterada” (Confissão de Augsburgo), da Apologia, dos Artigos de Esmalcalde e da Fórmula de Concórdia (obviamente deve-se observar que os estatutos de 1962 não necessariamente os excluem ao mencionarem somente “as confissões da Reforma da Martim Lutero, sobretudo a Confessio Augustana e o Catecismo Menor de Martim Lutero”, mas também não os contemplam necessariamente).

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3.0 – PRESIDENTES E VICE-PRESIDENTES
3.1 – Da Conferência Pastoral (fundação em 2 de maio de 1896) 36
P. Heinrich Runte 1896-????37
P. Heinrich Runte 1896-1907(?)38
P. Walther Mummelthey 1909?-???? 39
P. Ewald Schröder ????-1929(?)40
P. Friedrich Richter ago/set/1929-????41
P. Walther Enders42
P. Leonhard Grau 18 maio 1931-????43
P. Wilhelm Scheerer 18 maio 1931-????44
P. Hans Methner 193_?-????45
3.2 – Da Associação de Comunidades (fundação 6 de agosto de 1911) 46
P. Walther Mummelthey 1911-471929(?)
P. Ernst Hohlfeld48
P. Ewald Schröder (substituto) 1926-192749
P. Hermann Dürre set./1927-???? (renunciou) 50
P. Leo von Pritzbuer51
P. Leo von Pritzbuer 1929-maio/1931 (assumiu no lugar de Dürre; demitiu-se) 52
P. Wilhelm Scheerer 18 maio 1931-maio 1937 (renunciou) 53

P. Ulrich Schliemann maio/1937-????54

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BIBLIOGRAFIA
ANTE-PROJETO DA ORDEM DO SÍNODO EVANGELICO LUTHERANO UNIDO. Revisado em Joinville em 7 de agosto de 1962 (AHIECLB, SELU 1/1).
A Ordem do Sínodo Evangélico Luterano Unido. In: Mensageiro do Evangelho – Castelo Forte [recorte] (AHIECLB – SELU 1/2).
ESTATUTOS DO SÍNODO EVANGÉLICO DE SANTA CATARINA E PARANÁ, 27/7/1951 (AHIECLB, SE 20/1).
FISCHER, Joachim, Dois Jubileus Históricos: 100 anos – 75 anos. Anuário Evangélico, 15:70-76, 1986.
PRIEN, Hans-Jürgen. Formação da Igreja Evangélica no Brasil; das comunidades teuto-evangélicas de imigrantes até a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. São Leopoldo: Sinodal; Petrópolis, 2001. 581 p.
SATZUNGEM DER DEUTSCHEN LUTHERISCHEN KIRCHE IN BRASILIEN, s.d. (AHIECLB, SE 8/1)

Notas e fontes

  1. 1. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 348.
  2. 2. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 156.
  3. 3. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 272, 322.
  4. 4. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 413, 456.
  5. 5. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 197.
  6. 6. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 454.
  7. 7. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 516.
  8. 8. Cf. Joachim FISCHER, Dois Jubileus Históricos: 100 anos – 75 anos, p. 73s.; Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 147s.
  9. 9. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 148.
  10. 10. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 149.
  11. 11. Cf. Joachim FISCHER, Dois Jubileus Históricos: 100 anos – 75 anos, p. 74; Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 148.
  12. 12. Cf. Joachim FISCHER, Dois Jubileus Históricos: 100 anos – 75 anos, p. 74; Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 154.
  13. 13. Cf. Joachim FISCHER, Dois Jubileus Históricos: 100 anos – 75 anos, p. 74s.; Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 155s.
  14. 14. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 191, 219s.
  15. 15. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 185s.
  16. 16. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 327.
  17. 17. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 223, 225.
  18. 18. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 237, 240.
  19. 19. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 273, 318.
  20. 20. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 319.
  21. 21. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 329-331.
  22. 22. O Departamento do Exterior da Igreja da Alemanha criticou o fato de, conforme § 1°, a Associação se denominar de “Sínodo”, mas que pretendia ser “Igreja Evangélica Alemã”, sem, contudo, “se preocupar seriamente com a ampliação do Sínodo a uma comunhão eclesial, ‘pois em parte alguma se estabelece uma autoridade plena da Igreja em termos de direito de supervisão e financeiros frente às comunidades e aos pastores.’” Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 323.
  23. 23. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 273.
  24. 24. F. ISRAEL, apud, Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 413.
  25. 25. Heinrich DETEL, apud. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 410s.
  26. 26. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 414.
  27. 27. Cf. MARCZYNSKI, apud, Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 410s.
  28. 28. PTNSA = Partido Trabalhista Nacional-Socialista Alemão (= Nationalsozialistische Arbeiterpartei - NSDAP).
  29. 29. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 421.
  30. 30. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 322.
  31. 31. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 539.
  32. 32. Satzungen des Deutschen Evangelischen Gemeindeverbandes für Santa Catarina, s.d., p. 35. In: Zwei Vorträge über die Sicherung des Gemeindevermögens. (AHIECLB, SE 20/1). Em 1939 e 1945 (período da Segunda Guerra Mundial!), os estatutos foram reformados e sequer se fez alguma menção à posição confessional. Somente se estabeleceu que “os fins do Sínodo são religiosos” (art. 2º) e que “os fins do Sínodo são religiosos, abrangendo os negócios eclesiásticos correlatos” (cap. I, art 3º), respectivamente. Estatutos do Synodo Evangelico de Santa Catarina e Paraná, Blumenau, 5/12/1939 (AHICLB, SE 20/1); Estatutos do Sínodo Evangélico de Santa Catarina e Paraná, Florianópolis, 1º/8/1945 (AHIECLB, SE 20/1).
  33. 33. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 272s., 322.
  34. 34. A Ordem do Sínodo Evangélico Luterano Unido (AHIECLB – SELU 1/2). Cf. também ESTATUTOS DO SÍNODO EVANGÉLICO DE SANTA CATARINA E PARANÁ, 27/7/1951 (AHIECLB, SE 20/1).
  35. 35. ANTE-PROJETO DA ORDEM DO SÍNODO EVANGELICO LUTHERANO UNIDO. Revisado em Joinville em 7 de agosto de 1962 (AHIECLB, SELU 1/1).
  36. 36. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 149.
  37. 37. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 149.
  38. 38. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 149.
  39. 39. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 154.
  40. 40. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 221.
  41. 41. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 229.
  42. 42. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 228.
  43. 43. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 235.
  44. 44. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 235.
  45. 45. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 445.
  46. 46. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 155.
  47. 47. Cf. Joachim FISCHER, Dois Jubileus Históricos: 100 anos – 75 anos, p. 75; Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 155.
  48. 48. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 222.
  49. 49. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 221.
  50. 50. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 228.
  51. 51. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 228.
  52. 52. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 229s., 232.
  53. 53. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 235, 327.
  54. 54. Cf. Hans-Jürgen PRIEN, Formação da Igreja Evangélica no Brasil, p. 327s.