Colônia
Os primeiros moradores, renanos e pomeranos – ou como eles chamam aqui: pommeraner – foram estabelecidos no meio da floresta sem nenhuma ajuda governamental. Dos moradores evangélicos, 30 homens construíram um prédio provisório, em uso até hoje. Na época havia apenas 8 a 10 famílias católicas na comunidade. Através da imigração da Boêmia, os católicos aumentaram muito, enquanto apenas 140 a 150 famílias protestantes moravam na região1.
Procedência dos imigrantes
Os primeiros imigrantes eram, em sua maioria, de pomeranos e renanos. Dentre os pomeranos, muitos provinham de Candelária. Com a imigração de pessoas da Boêmia, o número de católicos aumentou na colônia2.
História
Em 1901 o Sínodo Riograndense se reuniu em Paraíso. Em 1930 a paróquia de Paraíso compreendendo aindas as comunidades de Pinhal, Pommernserra e Blumenserra, 338 famílias, totalizando 2.370 pessoas. Naquele ano foram realizados 74 batismos, 14 casamentos, 22 sepultamentos e 51 jovens foram confirmados6.
Templos
Primeiramente 30 homens construíram uma igreja provisória7.
Torres
Mais tarde a igreja provisória recebeu uma torre8.
Sinos
Quando da construção da torre, esta também recebeu sinos9.
Bibliografia
AEDB (1878).
SCHRÖDER, Ferdinand. Brasilien und Wittenberg.
DEDEKIND, Max. 75 Jahre deutsch-evangelischer Diasporaarbeit in Nord u. Südamerika.
Obreiros e obreiras
Que atuaram na paróquia (Paróquia Evangélica de Confissão Luterana Serra Paraíso).
Fotos (1)
Notas e fontes
- 1. Cf. AEDB (1878), p. 57s.
- 2. Cf. AEDB (1878), p. 57s.; Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 153.
- 3. Cf. Max DEDEKIND, 75 Jahre deutsch-evangelischer Diasporaarbeit in Nord u. Südamerika, p. 58.
- 4. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 153.
- 5. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 154.
- 6. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 154.
- 7. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 153s.
- 8. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 153s.
- 9. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 153s.