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IECLB História Acervo histórico da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil

Comunidade

Comunidade Evangélica de Não-Me-Toque

Paróquia Evangélica de Confissão Luterana de Não-Me-Toque · Não-Me-Toque – RS

História

A Igreja Missúri deixou de assistir a comunidade em 1913, recebendo, em fevereiro de 1914, envio do P. Theodor Dietschi. A comunidade abrangia 500 famílias, totalizando 3.500 pessoas e 11 pontos de pregação. Possuía uma casa pastoral e uma escola com energia elétrica. A paróquia compreendia as comunidades de Não-me-Toque, além dem Cochinho-Mormaco, São José do Centro, Santo Antonio, São José da Glória, Dona Ernestina, Boa Esperança (Colorado) e Saldanha Marinho, com 511 famílias, totalizando 3.163 pessoas. Em 1930 foram realizados 186 batismos, 14 casamentos, 29 sepultamentos e 105 jovens foram confirmados1.

Templos

"Der Deutsche Ansiedler" de abril-junho de 1924 menciona que a comunidade pôde inaugurar no dia 18 de novembro a nova torre e os três sinos. Estes últimos foram presenteados pelo Dr.O. Schmiedt2.

Em 1932, menciona-se que havia templo3.

Sinos

Conforme "Der Deutsche Ansiedler" de 1928, a então comunidade Cochinho teve seus dois sinos inaugurados em 21 de agosto pelo Pastor Riechert4.

Bibliografia

AUS DEN GEMEINDEN. Der Deutsche Ansiedler, Barmen, ano 62, p. 12, 1924.

AUS DEN GEMEINDEN. Der Deutsche Ansiedler, Barmen, ano 66, p. 13, janeiro-fevereiro 1928.

DEDEKIND, Max. Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika.

SCHRÖDER, Ferdinand. Brasilien und Wittenberg.

Obreiros e obreiras

Que atuaram na paróquia (Paróquia Evangélica de Confissão Luterana de Não-Me-Toque).

Fotos (1)

Notas e fontes

  1. 1. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 182s.
  2. 2. AUS DEN GEMEINDEN. Der Deutsche Ansiedler, Barmen, ano 62, p. 12, 1924
  3. 3. Cf. Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 80.
  4. 4. AUS DEN GEMEINDEN. Der Deutsche Ansiedler, Barmen, ano 66, p. 13, janeiro-fevereiro 1928