Colônia
Procedência dos imigrantes
História
Em decorrência do falecimento de uma criança, o major Köhler expediu um ofício solicitando a vinda do “Pastor da Igreja Protestante da Côrte, o Reverendo Dr. Friedrich Avé-Lallemant”, que celebrou o primeiro culto no dia 29 de agosto de 1845 em Petrópolis, num salão do quartel. Ele também deveria abençoar o cemitério e realizar alguns batismos e casamentos, dando, com isto, início oficial aos trabalhos eclesiásticos na comunidade evangélica de Petrópolis. A partir daquele ano, Avé-Lallemant passara a visitar a comunidade a cada três semanas, permanecendo por três ou quatro dias para “exercer seu sagrado ministério, e simultaneamente ensinar a Religião Cristã aos meninos”. As saídas do Dr. Avé-Lallemant do Rio de Janeiro foram consideradas pela comunidade local como inconvenientes. Por isso, chamou-se atenção a fato de que no Rio residia o Dr. Julius Friedrich Lippold que já havia exercido a função de “Ministro Evangélico na Alemanha”. Assim, em 1846 este passa a ser o primeiro pastor definitivo da comunidade de Petrópolis7. Este ano também marcaria a fundação da comunidade propriamente dito8. Lippold viria a falecer de febre amarela (malária) em 1852 no Rio, após submeter-se a uma cirurgia9.
No dia 7 de abril de 1862 o P. Georg Gottlob Stroele, formado no Seminário de Missão de Basiléia, passa a assistir a comunidade. Logo nos primeiros meses, o P. Stroele animou os membros a comprar um terreno para a construção da igreja13. Stroele pregou pela primeira vez na quinta-feira Santa e na Sexta-Feira da Paixão. Após ter pregado novamente no Domingo de Páscoa, a comunidade pediu que ele ficasse ali como seu pastor. Ao mesmo tempo ele também se tornou pastor da Comunidade de Juiz de Fora, que fora fundada em 185814.
Em 1866, por motivo de doença, o P. Stroele voltou à Alemanha, sendo sucedido pelo P. Bernhard Pflügel. Surgiram desentendimentos entre pastor e comunidade, culminando com a saída de Pflügel. O P. Borchard, vindo de São Leopoldo, Rio Grande do Sul, assumiu a comunidade reorganizando-a e motivando a filiação da mesma ao Conselho Superior Eclesástico de Berlim. Em 11 de junho de 1872, o P. Vorster assumiu o trabalho pastoral na comunidade. Em 1875 uma casa pastoral foi construída. Vorster atuou na comunidade até 1883, sendo sucedido pelo P. Schulz e mais tarde pelo P. Hänsel15.
Crônica da Comunidade
FONTE: 24 de Maio de 1863 - 1º Centenário da Inauguração da Igreja Evangélica de Petrópolis Estado do Rio de Janeiro - 24 de Maio de 1963. (AHIECLB - SBC 21/5)
p.3 - Major Julio Frederico Koeler solicita, em ofício dirigido ao presidente da província, que o Reverendo Dr. Frederico Avé Lallemant venha a Petrópolis para abençoar o cemitério e realizar alguns batismos e casamentos. Isso foi desencadeado pelo falecimento de uma criança alemã que foi sepultada na área demarcada para o cemitério protestante.
p.4 - O Dr. Frederico Avé Lallemant passa a visitar a comunidade a cada 3 semanas, permanecendo por 3 ou 4 dias para "exercer seu sagrado ministério, e simultaneamente de ensinar a Religião Cristã aos meninos".
p.4 - Em 29 de agosto de 1845, o Dr. Lallemant celebrou o primeiro culto em Petrópolis. "Com a celebração deste culto estava de fato fundada a Comunidade Evangélica de Petrópolis!"
p.5 - As saídas do Dr. Lallemant do Rio de Janeiro não eram convenientes; chamou-se atenção que no Rio residia o Dr. Julius Fridrich Lippold, que já havia exercido a função de Ministro Evangélico na Alemanha. Em 1846, este passa a ser o 1º pastor definitivo de Petrópolis.
p.6 - Em 1852, o pastor Lippold adoece, submete-se a uma cirurgia no Rio, mas morre de febre amarela.
p.6 - Os primeiros cultos divinos, evangélicos e católicos, foram celebrados "num mesmo salão dos denominados Quartéis Provinciais, onde também funcionavam em outras dependências a Diretoria da Colônia, uma das escolas, a enfermaria e a prisão". ... mais tarde os cultos evangélicos passaram a ser celebrados na sala da escola, no mesmo local.
p.6 - 1859-1862 - Período de vacância
p.7 - 1853 - Sr. Dr. Hoffmann de D. Francisca passa a residir em Petrópolis sendo nomeado pároco.
p.7 - No dia 07.04.1852, vem o pastor Georg Gottlob Stroele e passa a assistir a comunidade. (estudou no Seminário da Missão de Basiléia).
p.7 - Logo nos primeiros meses o pastor Stroele animou os membros a comprar um terreno para a construção da igreja.
p.7 - Em 10 de agosto de 1862, é lançada a pedra fundamental para a igreja.
p.8 - "Quanto à construção diz o próprio Pastor Stroele: 'No terreno existia um alicerce, cuja largura conservamos; apenas o aumentamos quanto ao comprimento. Na pessoa do construtor Carlos Kling achei um homem probo, que confiava em mim, se bem que eu não tivesse dinheiro'. Parece que a planta foi desenhada pelo conhecido artista Carlos Spangenberg, a qual previa duas janelas na fachada e três em cada das paredes laterais, tôdas em estilo romano. O altar encimado pelo púlpito, achava-se em frente à ábside, fechada por uma parede de madeira. Inicialmente a ábside servia de sacristia. Existia uma pequena galeiria, onde no dia 21 de julho de 1864, foi instalado um harmonium. As medidas da Igreja eram: 16m por 19,50m. As paredes laterais (hoje ainda existentes) tem a altura de 6,60m e uma largura de 0,80m; o teto alcança, na parte central, a altura de 10 metros".
p.8 - A inauguração da igreja ocorreu no dia de Pentecostes de 1863, 24 de maio.
Templos
Os primeiros cultos, evangélicos e católicos, foram celebrados num salão do Quartel Provincial, onde também se encontrava a sede da Diretoria da Colônia, uma escola, enfermaria e presídio18. Outros lugares de celebração de cultos foram celebrados a assim denominada Casa da Fazenda (depois, Edifício Pio XII), o Palácio Cristal, o Engenho de Serrar e a Escola do Professor Pedro Jacoby, situada à Rua 15 de Novembro19.
Palácio Cristal, na verdade, era a Praça Koblenz, onde hoje está o Palácio dos Cristais. Naquele lugar foi colocado um altar com uma grande cruz de madeira, diante dos quais tanto católicos quando evangélicos alemães colonos celebravam seus cultos. Neste local, no dia 19 de julho de 1846, os evangélicos celebraram seu primeiro culto. A celebração foi oficiada pelo P. Friedrich Avé-Lallemant, que veio do Rio de Janeiro para ali pregar e administrar a Santa Ceia20.
Em 1862 havia se criado a expectativa de que a comunidade católica fosse construir uma catedral de forma que os evangélicos pudessem receber a capela católica para seus cultos. Contudo, a construção da catedral ocorreria somente em 192521.
Logo nos primeiros meses após sua chegada, o P. Stroele animou os membros a comprar um terreno para a construção da igreja. Em 10 de agosto de 1862, a comunidade celebrou a colocação da pedra fundamental de seu templo. Ou seja, demorou-se 16 anos desde a fundação da comunidade até este momento, refletindo a situação de pobreza dos membros da comunidade. A urna colocada por ocasião da pedra fundamental continha um Novo Testamento, alguns exemplares do jornal alemão “Brasilia”, um exemplar do jornal “Mercantil” bem como um plano de Petrópolis elaborado pelo seu próprio fundador, o major Köler, além de uma variedade de moedas22.
Quanto à construção, diz o próprio Pastor Stroele:
No terreno existia um alicerce, cuja largura conservamos; apenas o aumentamos quanto ao comprimento. Na pessoa do construtor Carlos Kling achei um homem probo, que confiava em mim, se bem que eu não tivesse dinheiro.23.
Ao que tudo indica, a planta foi desenhada pelo conhecido artista Carlos Spangenberg, que previu duas janelas na fachada e três nas das paredes laterais, todas em estilo romano. O altar encimado pelo púlpito, achava-se em frente à abside, fechada por uma parede de madeira. Inicialmente a abside servia de sacristia. Existia uma pequena galeria, onde, no dia 21 de julho de 1864, foi instalado um harmônio. As medidas da Igreja eram: 16m por 19,50m. As paredes laterais (hoje ainda existentes) mediam 6,60m de altura e 0,80m de largura; o teto media, na parte central, a altura de 10 metros”24.
O P. Stroele conseguiu, com uma autorização da comunidade, retirar os depósitos do palácio, comprou um terreno na antiga rua Joinville – hoje Av. Ipiranga – por 1.000$000 milréis e, encontrando no construtor Carlos Kling um homem hábil e desinteressado, começou a construção do templo, aproveitando qualquer tempo disponível para angariar o dinheiro necessário. Uma tarefa bem árdua, porém, coroada finalmente de êxito25.
O terreno para a construção do templo havia sido adquirido pelo P. Stroele pelo valor de 1000 Milréis. No respectivo local já havia um fundamento sendo que se manteve o mesmo na largura e se ampliou o seu comprimento. O mestre de obras foi Carl Kling. Stroele coletou verbas em Petrópolis e no Rio de Janeiro para onde foi três vezes para coletar entre os protestantes de língua alemã, inglesa e americanos26.
Em 1863, Dom Pedro II doou mais 500 Milréis. Do Rio de Janeiro e Juiz de Fora ainda vieram outros 3630 Milréis. Ainda assim, em abril de 1864, restava uma dívida de aproximadamente 3500 Milréis27.
Na festa de Pentecostes de 1863, 24 de maio, foi solenemente inaugurada a Igreja Evangélica de Petrópolis. A velha aspiração dos evangélicos tinha se tornado realidade. Não era um templo luxuoso, para isto não tinham recursos suficientes e a vida dos colonos não era das melhores. Muitos, porém, tinham provado o seu interêsse, mesmo não podendo contribuir com dinheiro. Êstes se prontificaram a ajudar com a mão de obra, outros puxavam madeira para a construção das matas, de longe a carregando, em parte nas costas, para o local da construção.28
Durante a construção da igreja foi necessário superar dificuldades. Uma desta dizia respeito à lei brasileira, que proibia aos evangélicos durante a monarquia ter emblemas exteriores nas igrejas, principalmente torres e sinos29:
A igreja, de dimensões respeitáveis, não possuía nem tôrre nem sinos, faltando até o fôrro. O púlpito encontrava-se acima do altar e atrás do altar, a sacristia. Na frente do prédio o P. Stroele tinha mandado fazer os símbolos de uma Bíblia, ladeada de 2 cálices. ‘Enraivecidos por isso – assim escreveu o P. Stroele à diretoria da Casa Matriz em Basiléia – que em Petrópolis iria se encontrar uma igreja evangélica, e além disso, ainda maior e mais bonita do que a católica, o núncio apostólico, que durante a estação quente mora em Petrópolis, me acusou perante o delegado. Êste exigiu de mim que eu mandasse retirar os ornamentos, visto que a lei proibia a tôdas as religiões a-acatólicas quaisquer símbolos exteriores nos seus templos. Em poucas palavras eu lhe declarei que nós alemães, compreendemos por símbolos exteriores tôrre e sinos, e que também no Rio de Janeiro, ante os olhos do Govêrno, se fez uma Bíblia e um cálice na igreja evangélica, e por isso eu, sob nenhuma condição, iria mandar retirar os ornamentos, e me sujeitaria prontamente às conseqüências da lei. Até hoje o ornamento ainda está na nova igreja [...]’30.Através do P. Vorster, na noite do Natal de 1872, foi colocado um pinheirinho no templo, tradição que havia sido esquecida por muitas famílias. Desde então esta comemoração foi repetida todo ano, espalhando-se também entre os círculos brasileiros31.
Em 1874, menciona-se que o templo se encontrava mal localizado e que sofrera adaptações32. A diretoria decidiu então embelezar a igreja. Mais necessário se fazia a forragem do telhado. Na parte de trás da igreja queria se construir uma sacristia da qual um dos quartos deveria servir como local para as aulas de Ensino Confirmatório. A sacristia, que se localizava na abside da igreja, podia então desaparecer e mudar para lá o altar. A igreja também deveria receber um novo púlpito. Nas modificações da construção também estavam incluídas em torno de 120 pés de altura para receber uma torre com três sinos e um relógio. A reunião da comunidade no dia 1 de maio de 1892 aceitou esses planos por parte da diretoria. Somente a questão quanto à torre não havia sido resolvida. (Optou-se em primeiro pagar as dívidas da renovação da igreja). A igreja também recebeu outros enfeites durante este tempo. O P. Haensel presenteou as janelas de vidro pintadas com a imagem de Cristo e o senhor Lindschein doou um harmônio e dois lustres. Durante a atuação do P. Geisler, a igreja recebeu um majestosos adorno, a torre construída em estilo gótico. As altas despesas de construção, que somaram a importância de quase 50 Contos, foram reunidas entre os membros da comunidade e através da organização de festas. Também houve doações de pessoas abastadas do Rio de Janeiro, do Conselho Superior Eclesiástico de Berlim e da Obra Gustavo Adolfo, além do rei e príncipes alemães33. O interior da igreja foi, mais tarde, renovado e recebeu iluminação elétrica. Um novo harmônio foi adquirido em 1902. O dinheiro para tanto foi doado pelos senhores de Santos34.
Torres
Muitos membros da comunidade desejavam há tempo ver a igreja enfeitada com uma torre. Já sob o P. Haensel o plano foi tomado, mas por causa dos altos custos exigidos, não foi executada. Em duas reuniões comunitárias no início de 1900 foi discutida a possibilidade. Em geral havia o desejo de que a igreja tivesse uma torre. Justamente as pessoas mais idosas, que haviam construído a igreja sob pesados sacrifícios, desejavam ver o uma torre na igreja antes que partissem. Como o entusiasmo dos membros para a construção da torre era grande, foi eleita uma comissão e se decidiu iniciar logo a obra, mesmo que os meios para a mesma não estivessem disponíveis ainda. Para o plano de construção foi escolhido o plano do senhor Rudolf Müller, em estilo gótico35.
Conforme "Der Deutsche Ansiedler" de maio de 1902, a construção da torre foi concluída na páscoa de 190236.
A torre foi inaugurada no dia 21 de junho de 1903. A igreja estava lotada e sempre mais grupos chegavam, de modo que a igreja quase não conseguiu abrigar todos os visitantes37.
Sinos
Por volta do fim da atuação do P. Vorster, a igreja recebeu um sino. Em abril de 1881 o pastor sugeriu à diretoria que se adquirisse um. Grande parte dos meios necessários para a aquisição do mesmo já estavam disponíveis. Mesmo que o desejo pelo sino fosse ardente, manifestaram-se dúvidas por parte dos membros, pois a lei brasileira não permitia isso. Como o teor da lei não se manifestava diretamente contra nem podia vedar categoricamente a pertença e utilização de um sino, assim se decidiu pela aquisição do mesmo. Ele foi introduzido atrás da igreja de onde durante anos convidou os membros da comunidade para a meditação. Em outubro de 1881 ele soou pela primeira vez. Somente em junho de 1903 os três sinos puderam, pela primeira vez, anunciar, diante da majestosa torre, a consagração da nova casa de Deus. Mas mesmo que fosse apenas um pequeno sino (175 kg), para a comunidade era um elevado sentimento poder se reunir na casa de Deus sob o soar de um sino depois de ficar tanto tempo sem um38.
[...] A comunidade deve à iniciativa do Pastor Vorster o seu primeiro sino – ainda hoje existente. Na noite anterior do Dia da Reforma em 1881, êste sino levantou pela primeira vez a sua voz sonora, convidando os cristãos de Petrópolis para virem aos cultos no templo de Deus. Nem todos estavam de acôrdo com o plano do Pastor Vorster, quando êste propôs a compra do sino, porque muitos receiavam qualquer oposição dos não-evangélicos e sôbretudo do Gôverno. O pároco, contudo, soube desvanecer todos êstes receios, e conseguiu convencer a todos da legalidade do seu procedimento. O sino foi encomendado em Bochum na Alemanha. Até hoje êle não deixou de convidar sempre de novo os Petropolitanos, todos os moradores desta cidade, para vir aos pés de Deus a fim de ouvir a Sua mensagem, para dar a maior glória a Deus Altíssimo, como já diz a sua inscrição: Ehre sei Gott in der Höhe!39.
Bibliografia
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Igreja Evangelica de Petropolis 1863 – 1903 – 1943; Relatório, S.l., s.e. [1943?], 25 p. (AHIECLB – SBC, 21/3)
WIEMER, Esboço histórico da comunidade evangélica de Petrópolis. In: COMUNIDADE EVANGÉLICA DE PETRÓPOLIS. Fragmentos Históricos; compilados por ocasião dos congressos em Petrópolis A. D. 1954. Rio de Janeiro: Canton & Reile, [s.n.], 1954. p. 22-109.
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SCHRÖDER, Ferdinand. Brasilien und Wittenberg, Ursprung und Gestaltung deutschen evangelischen Kirchentums in Brasilien. Berlim/Leipzig: Walter Gruyter & Co, 1936.
GEISSLER, Bruno. Die Kulturbedeutung der deutschen evangelischen Kirche in Brasilien. Leipzig: J. C. Hinrichs’sche Buchhandlung, 1922.
EVANGELISCHEN GESELLSCHAFT FÜR DIE PROTESTANTISCHEN DEUTSCHEN IN AMERIKA. Der Deutsche Ansiedler, Monatliche Mitteilungen über die Lage des evangelischen Deutschtums im Auslande. Barmen: D. B. Wieman, 28. Jahrgang, abril de 1890.
24 de Maio de 1863 – 1º Centenário da Inauguração da Igreja Evangélica de Petrópolis Estado do Rio de Janeiro – 24 de Maio de 1963. (AHIECLB – SBC 21/5).
1º Centenário da Inauguração da Igreja Evangélica de Petrópolis : 24 de Maio de 1863 a 24 de Maio de 1963. [s.l.:s.n.], [1963]
AEDB, 1874
CONGRESSO LATINO-AMERICANO DA FEDERAÇAO LUTERANA MUNDIAL. Fragmentos históricos compilados por ocasião dos congressos em Petrópolis. Petrópolis: [s.n.], 1954. [HE 661-1/9C]
WITTE. Ein Hilferuf! Der Deutsche Ansiedler. Monatliche Mitteilungen über die Lage des evangelischen Deutschtums im Auslande. 40. Jahrgang, p. 38, Mai 1902.
Obreiros e obreiras
Que atuaram na paróquia (Comunidade Evangélica de Confissão Luterana em Petrópolis).
| Período | Obreiro/a | Fonte |
|---|---|---|
| ? – ? | Eugen Richard Leo Schmidt Atendeu a comunidade esporadicamente a partir do Rio de Janeiro durante o período de vacância. | Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis : zur Erinnerung an die Einwe..., p. 5 |
| ? – ? | Hermann Carl Gottlieb Billroth Atendeu a comunidade esporadicamente a partir do Rio de Janeiro durante o período de vacância. | Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis : zur Erinnerung an die Einwe..., p. 5 |
| 1845 – ? | Georg Friedrich Ludwig Avé-Lallement Celebrou o primeiro culto em 1845, vindo do Rio de Janeiro. | indefinido |
| 1846 – 1852 | Dr. Julius Friedrich Lippold Segundo Dedekind, o P. Lippold teria iniciado as atividades somente em 1848{fonte}Cf. Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 11s.{/fonte}. | Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis : zur Erinnerung an die Einwe..., p. 34 |
| 1853 – 1859 | Daniel Jakob Hoffmann Veio de Dona Francisca. | Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis : zur Erinnerung an die Einwe..., p. 5, 34 |
| 7 abril 1862 – 1866 | Georg Gottlieb Stroele | DEDEKIND, M.[ax]. Verzeichnis der deutschen evangelischen Pfarrer in Südamerika von 1823 b..., p. 28 |
| 1870 – janeiro 1872 | George Hermann Borchard | Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis : zur Erinnerung an die Einwe..., p. 13, 36s. |
| junho 1872 – 1883 | Johann Vorster | DEDEKIND, M.[ax]. Verzeichnis der deutschen evangelischen Pfarrer in Südamerika von 1823 b..., p. 29 |
| 8 abril 1883 – 1890 | Richard Schulz | Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis : zur Erinnerung an die Einwe..., p. 17, 39 |
| 17 agosto 1890 – janeiro 1896 | Richard Haensel Dedekind menciona que o P. Haensel atuou somente até 1894 e que no mesmo ano atuou na comunidade o P. Schmierer{fonte}Cf. Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 11s.{/fonte}. | Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis : zur Erinnerung an die Einwe..., p. 19s, 40 |
| 5 setembro 1896 – outubro 1907 | Gustav Geisler Foi instalado pelo pastor Dr. Gruelem em 13 de dezembro. | Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis : zur Erinnerung an die Einwe..., p. 21, 24, 40s |
| 1907 – 1914 | Walter Leesch Foi instalado pelo Pastor Hoepffner do Rio de Janeiro em 3 de novembro de 1907{fonte}Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 ? 1863-1913, p. 41.{/fonte} | DEDEKIND, M.[ax]. Verzeichnis der deutschen evangelischen Pfarrer in Südamerika von 1823 b..., p. 16 |
| 1911 – 1914 | Georg Ratsch Segundo Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis atuou de 1914-1917{fonte}Cf. Igreja Evangelica de Petropolis 1863 ?1903 ? 1943, p. 22.{/fonte}. | DEDEKIND, M.[ax]. Verzeichnis der deutschen evangelischen Pfarrer in Südamerika von 1823 b..., p. 21 |
| 1914 – 1920 | Hermann Fischer Segundo Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis ele atuou de 1917-1920{fonte}Cf. Igreja Evangelica de Petropolis 1863 ?1903 ? 1943, p. 22.{/fonte}. | DEDEKIND, M.[ax]. Verzeichnis der deutschen evangelischen Pfarrer in Südamerika von 1823 b..., p. 7 |
| 1920 – 1927 | Egbert Zylmann Segundo Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis atuou até 1924 apenas{fonte}Cf. Igreja Evangelica de Petropolis 1863 ?1903 ? 1943, p. 22.{/fonte}. | DEDEKIND, M.[ax]. Verzeichnis der deutschen evangelischen Pfarrer in Südamerika von 1823 b..., p. 31 |
| 1924 – 1939 | Joseph Hohl Segundo Dedekind, o P. Hohl atuou a partir de 1926{fonte}Cf. Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 11s.{/fonte}. | DEDEKIND, M.[ax]. Verzeichnis der deutschen evangelischen Pfarrer in Südamerika von 1823 b..., p. 11 |
| 1933 – 1935 | Johannes Schlupp em Ponto de Pregação em Vargem Grande | DEDEKIND, M.[ax]. Verzeichnis der deutschen evangelischen Pfarrer in Südamerika von 1823 b..., p. 24 |
| 1937 – ? | Johannes Schlupp em Ponto de Pregação em Vargem Grande | DEDEKIND, M.[ax]. Verzeichnis der deutschen evangelischen Pfarrer in Südamerika von 1823 b..., p. 24 |
| 1939 – ? | Hans Wiemer | indefinido |
Fotos (7)
Notas e fontes
- 1. Cf. Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 11.
- 2. Cf. Alfred BUSCH, Três Datas Memoráveis para os Evangélicos de Petrópolis, p. 34.
- 3. Cf. Alfred BUSCH, Três Datas Memoráveis para os Evangélicos de Petrópolis, p. 36; Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 3, 64.
- 4. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 324.
- 5. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 72.
- 6. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, 1913, p. 64.
- 7. Cf. 24 de Maio de 1863 – 1º Centenário da Inauguração da Igreja Evangélica de Petrópolis Estado do Rio de Janeiro – 24 de Maio de 1963, p. 3-5; Alfred BUSCH, Três Datas Memoráveis para os Evangélicos de Petrópolis, p. 36. Segundo Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 324, o primeiro culto foi oficiado a 19 de julho de 1846; veja também SÍNODO EVANGÉLICO DO BRASIL CENTRAL; Resumo dos relatórios paroquiais relativo ao ano de 1957; WIEMER, Esboço histórico da comunidade evangélica de Petrópolis, in: COMUNIDADE EVANGÉLICA DE PETRÓPOLIS, Fragmentos Históricos, p. 48. Segundo Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 10 e 12, o primeiro culto teria ocorrido em 19 de julho de 1848 (?) no “Coblenzer Platz”.
- 8. Cf. Bruno GEISSLER. Die Kulturbedeutung der deutschen evangelischen Kirche in Brasilien, p. 11.
- 9. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913. Petropolis: Duckerei der “Nachrichten”, 1913, p. 3, 5.
- 10. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 325.
- 11. Cf. 24 de Maio de 1863 – 1º Centenário da Inauguração da Igreja Evangélica de Petrópolis Estado do Rio de Janeiro – 24 de Maio de 1963, p. 6s.
- 12. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 325.
- 13. Cf. 24 de Maio de 1863 – 1º Centenário da Inauguração da Igreja Evangélica de Petrópolis Estado do Rio de Janeiro – 24 de Maio de 1963, p. 6s.; Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 3, 5.
- 14. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 6.
- 15. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 325s.
- 16. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 18.
- 17. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 23.
- 18. Cf. 24 de Maio de 1863 – 1º Centenário da Inauguração da Igreja Evangélica de Petrópolis Estado do Rio de Janeiro – 24 de Maio de 1963, p. 6.
- 19. Cf. Alfred BUSCH, Três Datas Memoráveis para os Evangélicos de Petrópolis, p. 36.
- 20. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 4.
- 21. Cf. Alfred BUSCH, Três Datas Memoráveis para os Evangélicos de Petrópolis, p. 36.
- 22. Cf. 24 de Maio de 1863 – 1º Centenário da Inauguração da Igreja Evangélica de Petrópolis Estado do Rio de Janeiro, p. 7s.; Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 3, 8; Bruno GEISSLER. Die Kulturbedeutung der deutschen evangelischen Kirche in Brasilien, p. 11.
- 23. Cf. 24 de Maio de 1863 – 1º Centenário da Inauguração da Igreja Evangélica de Petrópolis Estado do Rio de Janeiro, p. 7s.
- 24. Cf. 24 de Maio de 1863 – 1º Centenário da Inauguração da Igreja Evangélica de Petrópolis Estado do Rio de Janeiro, p. 7s.
- 25. Cf. WIEMER, Esboço histórico da comunidade evangélica de Petrópolis. In: COMUNIDADE EVANGÉLICA DE PETRÓPOLIS, Fragmentos Históricos, p. 72.
- 26. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 8.
- 27. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 9.
- 28. Cf. WIEMER, Esboço histórico da comunidade evangélica de Petrópolis, p. 72; 24 de Maio de 1863 – 1º Centenário da Inauguração da Igreja Evangélica de Petrópolis Estado do Rio de Janeiro, p. 8.
- 29. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 9.
- 30. Cf. WIEMER, Esboço histórico da comunidade evangélica de Petrópolis, p. 72, 74; Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 9, anexo 2, p. 8s.
- 31. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 16s.
- 32. Cf. AEDB, 1874, p. 4.
- 33. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p 19-22.
- 34. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 22s.
- 35. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 22s.
- 36. WITTE. Ein Hilferuf! Der Deutsche Ansiedler. 40. Jahrgang, p. 38, Mai 1902.
- 37. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 22s.
- 38. Cf. Festschrift der Deutsch-Evangelischen Gemeinde in Petropolis; zur Erinnerung an die Einweihung der Kirchen am 24. Mai 1863 – 1863-1913, p. 16s.
- 39. Cf. WIEMER, Esboço histórico da comunidade evangélica de Petrópolis, p. 86; Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 326.