História
Em 1904 o P. Alfred Keim foi enviado à comunidade, sendo instalado pelo P. Stremme nas funções pastorais em 19 de julho daquele ano3. Sob a atuação de Keim, a casa pastoral foi ampliada. Os cultos eram celebrados a cada 14 dias. A celebração da Santa Ceia ocorria apenas no Dia da Reforma e na Sexta-Feira Santa4. Em 18 de julho de 1907, o P. Keim veio a falecer. Como a comunidade não teve como se integrar à Igreja Territorial da Prússia, a viúva do P. Alfred Keim com seus dois filhos permaneceu sem assistência. A Sociedade Evangélica de Barmen e a Obra Gustavo Adolfo auxiliavam no pagamento do pastor5. O P. Heim passou a assistir a comunidade, mas teve de retornar à Alemanha em 1909 por motivo de doença. Em 16 de janeiro de 1910, o P. Oberacker assumiu o pastorado. O pastorado abrangia as comunidades de Oliveira, Dona Julia, Santa Izabel, Santa Cecília, São Manoel, Kammerland e Picada Ritter. Mais tarde, o P. Oberacker foi preso em conseqüência de conflito com um pastor não ordenado e acabou expulso da cidade. Em 1930 a comunidade compreendia, ao todo, 109 famílias, totalizando 760 pessoas. Havia pastores não ordenados em Ritterwald, Cerrito e Arroio do Padre I. Um pastor da Missúri atendia Coleta com 30 famílias6.
Templos
Arroio do Padre possuía um templo simples, para o qual cada família contribuiu com 300 Milréis7.
Obreiros e obreiras
Que atuaram na paróquia (Paróquia Evangélica de Confissão Luterana de Arroio do Padre II).
Fotos (8)
Notas e fontes
- 1. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 164 ; Max DEDEKIND, Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, p. 88.
- 2. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 165.
- 3. Cf. EVANGELISCHEN PASTORAL-KONFERENZ VON SANTA CATHARINA, Der Christenbote n. 10, p. 4.
- 4. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 165.
- 5. Cf. Max DEDEKIND, 75 Jahre deutsch-evangelischer Diasporaarbeit in Nord u. Südamerika,p. 67.
- 6. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 166.
- 7. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 164.