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IECLB História Acervo histórico da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil

Comunidade

Comunidade Evangélica Bom Pastor

Paróquia Evangélica Luterana dos Campos Gerais - Ponta Grossa · Ponta Grossa – PR

Colônia

Até 1871 a cidade era chamada de Estrela. Mais tarde passou a se chamar de Ponta Grossa. Também era conhecida como a Princesa dos Campos1. Os primeiros alemães chegaram em 1875 a Ponta Grossa. A fundação, no entanto, data o ano de 1824. Em 1855, Ponta Grossa foi elevada à vila e, em 1872, à cidade2. Através do incremento do transporte de mercadorias de Curitiba, introzido pelos teuto-russos, a cidade passou a se desenvolver economicamente3.
A imigração dos teuto-russos do Wolga se estendeu de 1877 a 1879. Estes teuto-russos eram descendentes de antigos alemães que haviam se estabelecido na região de Wolga entre 1764 e 1767, provenientes de Hessen, Würtenberg, Pfalz e Francônia, após receberem auxílio da princesa alemã Catharina II. Eles adquiriram o direito de permanecerem alemães na Rússia, podendo preservar sua cultura, igreja e escola. Mais tarde, todos estes direitos lhes foram tomados, inclusive a liberdade do serviço militar. Eles deveriam se tornar povo russo. No entanto, os alemães viviam isolados dos russos, não havendo casamentos entre alemães e russos em nome da “pureza de sangue”. Quando a liberdade de serviço militar havia sido tomada dos alemães, eles decidiram imigrar para o Brasil, devido à política de imigração que estava sendo introduzida pelo governo brasileiro. Os teuto-russos do Wolga foram recebidos pelos brasileiros e estabelecidos no Paraná. Eles foram espalhados em Moema, Taquary, Dona Gestrudes, Pellado, Guarauna, Botuquara, Tavares Bastos, perto de Ponta Grossa, Papagaios-Novos, Quero-Quero, Lago e Pugas, perto de Palmeira e em Mariental e Johannisdorf, perto de Lapa, em colônias confessionais4.

Procedência dos imigrantes

Os teuto-russos eram descendentes de alemães de Hessen, Würtenberg, Pfalz e Francônia, que haviam emigrado para a região do Wolga, na Rússia, entre 1764 até 1767. Mais tarde, especialmente nos anos de 1877 a 1879, vieram ao Brasil, atraídos pela propaganda de imigração brasileira5.
Conforme informações do P. Hasenack, até os fins dos anos de 1870 só havia alemães em Ponta Grossa. Nas imediações da cidade moravam também famílias de imigrantes de Santa Catarina. Em 1875 chegou a família Bahles e, um pouco mais tarde, as famílias Krawutschke, Baer, Roedel, Naumann, Jansen, Jensen, entre outras6. Alguns dos teuto-russos que se estabeleceram na região entre 1877 e 1879 acabaram voltando para a Rússia. Outros foram para a Argentina, pois as condições na região não eram favoráveis. Infelizmente alguns dos que ficaram foram enganados, comprando grandes extensões de terra estimulados pelo imperador D. Pedro II. Estas terras, contudo, foram tomadas dos mesmos durante a revolução com a salvaguarda dos republicanos. Somente aqueles que podiam provar a compra das terras puderam permanecer em suas propriedades de terras. De Guarauna muitos imigraram para Entre Rios e arredores, outros se estabeleceram em Ponta Grossa7.

História

O primeiro pastor a atender a colônia foi o P. Wilhelm Hasenack, que morava em Moema. O desenvolvimento da comunidade evangélica só foi possível devido à imigração dos teuto-russos (1877-1879), pois, até então, o pequeno número de famílias impossibilitava o criação de uma comunidade. Quando os teuto-russos chegaram ao Paraná, muitos procuravam o P. Boecker, de Curitiba. Isso levou o P. Boecker a assistir aqueles evangélicos. Posterioremente, também o P. Haarmann, de Curitiba, assistiu aos evangélicos. Em 1886, aqueles teuto-russos receberam seu primeiro pastor próprio na pessoa de Gustav Geisler, que assistiu a comunidade até 1890. Nesta época os cultos eram realizados em casas particulares8.
Por causa das más colheitas, os imigrantes decidiram emigrar para a Argentina, dirigidos pelo P. Geisler. Entretanto, chegando a Conception Del Uruguay, na província Entre Rios, o governo argentino só autorizou uma colonização mista. Os teuto-russos não aceitaram esta condição, pois queriam formar colônias confessionais fechadas. Como resultado, acabaram se separando, cada qual procurando onde se estabelecer. O P. Geisler voltou ao Brasil. Não sendo mais possível a reorganização da comunidade, os evangélicos permaneceram sem pastor até 18949.

O P. Schulze, de Curitiba, passou a assistir a comunidade a partir de 5 de agosto de 1894, ajudando na reorganização da comunidade e da escola. A consolidação da existência da comunidade se deu entre 1895-1897, sob a atuação do P. Wiedmer, de Lapa, que comprou um terreno, coordenou a construção uma casa pastoral naquele local. Aquela casa também serviu como casa para celebração de cultos da comunidade10. Quando o P. Schulze não podia oficiar um culto, o professor Apetz o fazia. Na reunião de 11 de novembro de 1894, a comunidade formulou seu primeiro estatuto11.

O primeiro presbitério da comunidade de Ponta Grossa era constituído por Friedrich Naumann (presidente), Professor B. Apetz (secretário), Oscar Baer (tesoureiro), além de Wilhelm Metzenthin, Wilhelm Naumann, Franz Krohn, Johann Albach e Oscar Roedel como comissão adjunta. P. E. Schulze era o integrante de honra. O professor Apetz fazia as leituras nos cultos e, às vezes, também os oficiava12. Até 1896 a comunidade era assistida a partir de pastor residente em Curitiba. A partir de 1896 a mesma passou a ser assistida a partir de Lapa, através do P. Wiedmer13.
Num livro de batismos de maio de 1896 a março de 1900 encontra-se registrado que a comunidade fora assistida pelo Pastor de Lapa, P. David Wiedmer, que em seu trabalho de diáspora, havia batizado sete crianças em Ponta Grossa. Menciona-se que Wiedmer havia fundado a comunidade, formulara estatutos para ela e comprara um terreno sobre o qual a igreja e a casa pastoral foram construídas14.
Como a comunidade crescia cada vez mais, o P. Wiedmer contatou e indicou o P. Gustav Berchner para a comunidade. Berchner atuou como pastor e professor de setembro de 1897 até 190015. Após a saída do mesmo, a comunidade contratou o P. Joseph Hohl, instalado oficialmente como pastor da comunidade a 20 de janeiro de 1901 pelo P. Berchner16. Em 24 de março de 1901, foram elaborados os novos estatutos da comunidade. Havia um conflito entre os pastores da diáspora e os demais que atuavam nas comunidades. Numa reunião em janeiro de 1902, o P. David Wiedmer afirmou que a Sociedade de Auxílio da Suíça estava disposta a ajudar a diáspora da Igreja do Paraná, caso as comunidades e seus pastores entrassem num acordo. O P. Hohl afirmou que a comunidade de Ponta Grossa não podia concordar enquanto o P. Wiedmer persistisse em continuar atuando nas colônias ao redor de Ponta Grossa, enfraquecendo o trabalho da comunidade. Mesmo assim, foi combinada uma excursão de doutrinação entre os dois pastores em litígio na Páscoa de 1902, para achar-se um acordo. Em abril de 1902 os dois pastores se reuniram em Entre Rios, onde fizeram um contrato. O P. Wiedmer entregaria a gestão com o consentimento da comunidade ao P. Hohl, que receberia Rs 12$000 por ano, obrigando-se a visitar a comunidade pelo menos seis vezes ao ano. Um terço de todas as contribuições anuais dos membros de Faxinal, Guaraúna e Bela Vista seria restituída à tesouraria, pagando cada um a metade do terço. O P. Wiedmer continuaria responsável pela economia da comunidade, sendo garantida a liberdade de ação e independência. Os membros de Entre Rios, Faxinal e Guaraúna receberiam assistência do pastor de Ponta Grossa. Mas este convênio acabou prejudicado ou até mesmo anulado por hostilidade de terceiros. O P. Hohl desistiu do pastorado por motivos de doença em 5 de maio de 190717.
Em 4 de janeiro de 1906 a comunidade se integrou ao Sínodo Evangélico Luterano de Santa Catarina, Paraná e outros Estados18. Ainda assim, até 1915 continuou-se a utilizar os antigos estatutos da comunidade19.
Em 5 de maio de 1907, a comunidade elegeu o P. Otto Kuhr que assumiu os trabalhos em 1º de julho20. Entretanto, com a chegada de novos imigrantes, ele teve de deixar a comunidade para empreender o pastorado itinerante. Mais tarde, a comunidade recebeu o envio do estudante P. Karl Frank e, posteriormente, do P. Wilhelm Fugmann, permitindo, assim, que o P. Kuhr atendesse às comunidades da diáspora. A comunidade, contudo, exigiu uma regulamentação das atividades de Kuhr, numa reunião ocorrida em agosto de 1911. Na reunião de 3 de setembro de 1911, em meio a severas discussões, resultaram no pedido de demissão do P. Kuhr21.
Em 1º de outubro de 1911, o P. Fugmann foi ordenado como pastor na comunidade. Numa reunião a 29 de junho de 1913, foram desfeitos os desentendimentos entre os pastores Kuhr, Hohl e Fugmann. Em 1914 a comunidade festejou 20 anos de existência com uma excursão à chácara Nickel. Em 22 de agosto de 1915, os novos estatutos foram elaborados. Em 26 de outubro de 1917, o Brasil declara guerra contra a Alemanha. Em meio às exaltações, ocorreram ameaças de depredação do templo22. Os cultos tiveram de ser suspensos, passando a ser celebrados nas casas de membros. Na escola, as aulas em língua portuguesa passaram a ser ministradas por uma professora brasileira que era paga pela comunidade. No primeiro domingo de Epifania de 1919, os cultos foram novamente permitidos. Em 1921 surgiu a oportunidade de as crianças terem aulas em alemão na parte matutina e, na parte verspertina, em português23.
Em 3 de agosto de 1919, a igreja pôde ser reaberta e a comunidade pôde celebrar assim seu jubileu de 25 anos24. A casa pastoral, de madeira, que havia servido de residência para pastores Berchner, Hohl, Kuhr e Fugmann, já estava em más condições e uma reforma não adiantaria mais. Assim, em 1920 a comunidade decidiu pela construção de outra casa pastoral em frente ao templo e à escola, na Avenida Bello Horizonte25.
Na Assembléia Geral de 22 de março de 1925, sugeriu-se introduzir o esquema de envelopes, através do qual cada membro contribuiria espontaneamente em favor da comunidade. A proposta não teve aceitação, optando-se por uma quota fixa de 2$000 por mês por membro. Anos mais tarde, insistiu-se novamente em favor do modelo de contribuição espontânea. Assim desde 1939 adotou-se o sistema para a contribuição espontânea na comunidade. A adoção de um hinário ocupou bastante a comunidade em 1926. Finalmente, decidiu-se pela adoção do antigo livro de cantos da Baviera26.
Em 1927 a casa pastoral recebeu pintura nova. De 17 a 21 de agosto de 1927 realizou-se na comunidade de Ponta Grossa a Assembléia do Sínodo Evangélico Luterano de Santa Catarina, Paraná e outros Estados27. No dia 24 de outubro um ciclone passou pela cidade, danificando seriamente a igreja e a casa pastoral. No dia 15 de novembro de 1927, foram comemorados os 50 anos de imigração alemã do Wolga no Paraná. A partir de 1938 passaram a ser oficiados dois cultos por mês em língua portuguesa28.
No final da década de 1920 e início da seguinte, a comunidade manifestou favorável à criação de vínculo com a Igreja Luterana dos EUA. Entretanto, em 1932 o Sínodo se filiou à Federação Eclesiática Evangélica da Alemanha. Chama a atenção que o P. Fugmann, em seu relatório de 1930, ter se manifestado em favor de uma “igreja luterana independente e brasileira”29.
O P. Fugmann iniciou o trabalho com jovens, a escola dominical, além do trabalho com grupo de mulheres. Em 5 de janeiro de 1926, foi fundado o grupo de senhoras da comunidade e, em 27 de agosto de 1931, fundou-se a OASE de Ponta Grossa, que auxiliava em obras caritativas. Em 4 de maio de 1933, fundou-se a Sociedade de Senhoras Luteranas, que realizava trabalhos dentro do âmbito comunitário30.
A diretoria da comunidade estava assim composta em torno de 1929: Andreas Justus (presidente), Wilhelm Fischer (vice-presidente), Johann Albach (tesoureiro), P. Wilhelm Fugmann (secretário) e Wilhelm Roedel, Christian Ott e Christaian Justus (representantes adjuntos). A comunidade estava constituída por 230 membros compreendendo 1.200 pessoas31. Em 1939 o P. Fugmann foi avisado pela delegacia regional da polícia que não podia mais administrar cultos ou aulas em língua alemã, mas somente ainda em português32.
Em consequência do estado de saúde do P. Fugmann, que ora melhorava ora piorava, a comunidade elegeu o P. Hahn como sucessor. Hahn foi instalado na comunidade em 29 de novembro de 1953. Fugmann, em viagem a Piçarras, acabaria falecendo de ataque cardíaco. No primeiro aniversário de sua morte, a comunidade colocou na entrada da casa da comunidade uma placa em homenagem póstuma a ele, considerado “pai da comunidade”33.
Em 2 de fevereiro de 1945, foi fundada a Sociedade das Moças Luteranas. Mais tarde formou-se o grupo da juventude evangélica34.

Templos

Inicialmente as aulas e os cultos eram realizados em um salão alugado. Por isso se decidiu que cada membro deveria contribuir anualmente com 8$000 para a comunidade. Para cada criança que estudasse na escola se pagaria 4$00035. O P. Wiedmer motivou a compra de um terreno, no qual foi construída uma casa de madeira que inicialmente serviu como templo e, mais tarde, como casa pastoral36.
Em 11 de setembro de 1906, uma forte chuva de granizo sobre a cidade, destruiu casas e também o templo da comunidade. A reparação dos danos custou para a comunidade Rs 1.500$000. A igreja foi coberta com tabuinhas e a casa pastoral com folhas de zinco37.
Em 28 de janeiro de 1917, a comunidade adquiriu um harmônio do P. Fugmann, no valor de Rs 600$00038. Em 1922 substituiu-se a cobertura de tabuinhas da igreja por uma cobertura de telhas39. A partir de janeiro de 1924, iniciou-se uma reforma mais ampla do templo. Entre outras coisas, o prédio foi amarrado com ferro, o telhado de ferro foi substituído por um de telha e as paredes novamente rebocadas. As meninas jovens da comunidade conseguiram arrecadar 400$000, com o qual se colocou piso na escada e um cercado. A igreja recebeu nova pintura por dentro e por fora. Duas moças doaram tolhas para o altar bordadas e paramentos40.
Em 1928 a igreja também recebeu novos bancos41. Em 1943 foi construída uma tribuna para o órgão. Em 30 de janeiro de 1944, a igreja renovada e ampliada, foi inaugurada, como presente para o jubileu de 50 anos de existência da comunidade. No mesmo ano, a abóbada da igreja recebeu pintura nova, que representava o Cristo abençoando. Essa pintura acabou manchando, sendo necessária nova pintura, o que aconteceu em 1954, com a figura da Ressurreição de Cristo, apregoando os feitos de Deus por meio de Jesus Cristo. Em 1952 as senhoras adquiriram um órgão de apitos da Holanda, no valor de Cr$ 100.000,00, inaugurado a 11 de fevereiro do mesmo ano, como presente de 66 anos da comunidade. Em 1954, o templo recebeu forro paulista, novas janelas de ferro com vidros coloridos, a iluminação foi ampliada, além da nova pintura do altar. Em 19 de dezembro o templo renovado foi inaugurado42.

Torres

Em 1934 iniciou-se a construção da torre da igreja. Na Páscoa de 29 de março de 1937, foi lançada a pedra fundamental. Com dois sinos, a torre foi consagrada no dia da Reforma do mesmo ano pelo P. Ferdinand Schlünzen. O sino pesava 205 kg e foi adquirido com uma doação recebida. Em 1943 foi construída uma tribuna para o órgão. Em 30 de janeiro de 1944 a igreja renovada e ampliada foi inaugurada, como presente para o jubileu de 50 anos de existência da comunidade. No mesmo ano, a abóbada da igreja recebeu pintura nova, que representava o Cristo abençoando. Essa pintura acabou manchando, sendo necessário sua substituição por outra, o que aconteceu em 1954, com a figura da Ressurreição de Cristo, apregoando os feitos de Deus por meio de Jesus Cristo. Em 16 de abril de 1950 foi inaugurada a casa da comunidade. Em 1952 as senhoras adquiriram um órgão de apitos da Holanda, no valor de Cr$ 100.000,00, inaugurado a 11 de fevereiro do mesmo ano, como presente de 66 anos da comunidade. Na torre havia uma cruz, testemunhando a toda a cidade que se tratava de uma igreja da Palavra e da cruz. Em 1954 foi construída mais uma igreja na comunidade. No mesmo ano a casa da comunidade e a antiga escola receberam uma nova pintura. O templo recebeu forro paulista, novas janelas de ferro com vidros coloridos, a iluminação foi ampliada, além da nova pintura do altar. Em 19 de dezembro o templo renovado foi inaugurado43.

Sinos

Na década de 1910, comunidade pôde concretizar um desejo seu, a saber, adquirir um sino. O sino foi fundido por Müller Irmãos e Co. de Curitiba e pesava 133 quilos. Continha as inscrições “Concordia” e “Jesus vive”. Como a torre ainda não estava pronta, o sino foi colocado num campanário. A inauguração do sino se deu no Natal de 1913. O sino havia custado 1200 Milreis, sendo pago com um leilão de objetos doados pelos membros. Na noite da véspera de Natal, dia 24 de dezembro de 1913, a comunidade dedicou seu sino para a sua respectiva finalidade. Ao final do culto, a partir da Agenda Bávara, o pastor dirigiu a comunidade na oração inaugural, seguida de Pai Nosso e bênção. Na década de 1930, a comunidade adquiriu um segundo sino, que pesava 205 quilos44.

Bibliografia

FUGMANN, Wilhelm. Die Deutschen in Paraná. Curitiba: Palacio Avenida, 1929.
EVANG. LUTH. SYNODE. 25 Jahre Gotteskasten-arbeit in Brasilien, Evang. Lutherische Synode von Santa Catarina, Paraná u. a. Staaten.
SCHRÖDER, Ferdinand. Brasilien und Wittenberg; Ursprung und Gestaltung deutschen evangelischen Kirchentums in Brasilien. Berlim/Leipzig: Walter Gruyter & Co, 1936.
Lutherische Kirche in Brasilien; Festschrift zum 50-jährigen Bestehen der luterischen Synode am 9. Oktober 1955. São Leopoldo: Rotermund & Co, [1955].
EVANG. LUTHER. SYNODE VON SANTA CATHARINA, PARANÁ U. ANDERN STAATEN. Das Wort sie sollen lassen stahn! Evang. Lutherisches Gemeindeblatt, 9. Jahrgang, n. 8, Joinville, fevereiro de 1914.
EVANG. LUTHER. SYNODE VON SANTA CATHARINA, PARANÁ U. ANDERN STAATEN. Das Wort sie sollen lassen stahn! – Evang. Lutherisches Gemeindeblatt, 18. Jahrgang, n. 2, Joinville, fevereiro de 1924.
DEDEKIND, Max. Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemeinde in Südamerika, 1932.
FUGMANN, Wilhelm. Die Deutschen in Paraná; Das deutsche Jahrhundertbuch. Curitiba: Olivero, 1929. 324 p.
Lutherische Kirche in Brasilien. Festschrift zum 50-jáhrigen Bestehen der luterischen Kirche in Brasilien. São Leopoldo: Rotermund, 1955.

Obreiros e obreiras

Que atuaram na paróquia (Paróquia Evangélica Luterana dos Campos Gerais - Ponta Grossa).

PeríodoObreiro/aFonte
? – ? SCHULZE Atuou na comunidade a partir de Curitiba. indefinido
? – ? Albert Hess indefinido
? – ? Karl Frank indefinido
? – ? Hermann Buchli Atuou na comunidade a partir de Palmeira. indefinido
abril de 1879 – maio de 1882 Friedrich Wilhelm Hasenack em Ponto de Pregação Witmarsum Atuou entre os teuto-russos em Palmeira e Ponta Grossa. WACHHOLZ, Wilhelm. "Atravessem e Ajudem-nos"; a atuação da Sociedade Evangélica de Barmen..., p. 340
1886 – 1890 Gustav Geisler em Ponto de Pregação Witmarsum LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN. Lutherische Kirche in Brasilien. Festschrift zum 50-jáhri..., p. 122ss.
1893 – ? David Wiedmer Atuou na comunidade a partir de Lapa. indefinido
1897 – 1900 Gustav Berchner em Ponto de Pregação Witmarsum DEDEKIND, M.[ax]. Verzeichnis der deutschen evangelischen Pfarrer in Südamerika von 1823 b..., p. 2
1899 – 1912 Joseph Hohl em Ponto de Pregação Witmarsum Segundo LUTERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, o P. Hohl atuou em Ponta Grossa de 1901 a 1907. DEDEKIND, M.[ax]. Verzeichnis der deutschen evangelischen Pfarrer in Südamerika von 1823 b..., p. 11
1° de julho de 1907 – 1° de outubro 1911 Karl Otto Kuhr em Ponto de Pregação Witmarsum LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN. Lutherische Kirche in Brasilien. Festschrift zum 50-jáhri..., p. 122ss.
10 outubro 1909 – 1953 Wilhelm Fugmann O P. Fugmann chegou à comunidade em 10 de outubro de 1909 e atuou como vigário até 1911, quando foi instalado pastor da comunidade{fonte}Lutherische Kirche in Brasilien. Festschrift zum 50-jáhrigen Bestehen der lutherischen Kirche in Brasilien. São Leopoldo: Rotermund, 1955. p.126.{/fonte} DEDEKIND, Max. Die geschichtlichen und statistischen Vermerke über deutschen evang. Gemein..., p. 1s.
29 novembro 1953 – ? Lorenz Hahn indefinido

Fotos (2)

Notas e fontes

  1. 1. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 129.
  2. 2. Cf. Wilhelm FUGMANN, Die Deutschen in Paraná, p. 124.
  3. 3. Cf. EVANG. LUTH. SYNODE, 25 Jahre Gotteskasten-Arbeit in Brasilien, p. 29.
  4. 4. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 121.
  5. 5. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 121.
  6. 6. Cf. Wilhelm FUGMANN, Die Deutschen in Paraná, p. 124.
  7. 7. Cf. EVANG. LUTH. SYNODE, 25 Jahre Gotteskasten-Arbeit in Brasilien, p. 29.
  8. 8. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 122.
  9. 9. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 123.
  10. 10. Cf. Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 303; Wilhelm FUGMANN, Die Deutschen in Paraná, p. 66; LUTERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p.123.
  11. 11. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 123.
  12. 12. Cf. Wilhelm FUGMANN, Die Deutschen in Paraná, p. 67; LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 123.
  13. 13. Cf. EVANG. LUTH. SYNODE, 25 Jahre Gotteskasten-Arbeit in Brasilien, p. 29.
  14. 14. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 123s.
  15. 15. Cf. EVANG. LUTH. SYNODE; 25 Jahre Gotteskasten-Arbeit in Brasilien, p. 30.
  16. 16. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 125.
  17. 17. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 135.
  18. 18. Cf. EVANG. LUTH. SYNODE, 25 Jahre Gotteskasten-Arbeit in Brasilien, p. 30; LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 125.
  19. 19. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 136.
  20. 20. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 125. Já na p. 137, afirma-se que o P. Kuhr assumiu a comunidade em 1º de junho.
  21. 21. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 137.
  22. 22. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 138-140.
  23. 23. Cf. EVANG. LUTH. SYNODE, 25 Jahre Gotteskasten-Arbeit in Brasilien, p. 30.
  24. 24. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 126.
  25. 25. Cf. Wilhelm FUGMANN, Die Deutschen in Paraná, p. 68; Ferdinand SCHRÖDER, Brasilien und Wittenberg, p. 303.
  26. 26. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 142.
  27. 27. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 142.
  28. 28. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 126.
  29. 29. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 143.
  30. 30. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 127.
  31. 31. Cf. Wilhelm FUGMANN, Die Deutschen in Paraná, p. 68.
  32. 32. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 143.
  33. 33. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 127, 144.
  34. 34. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 146s.
  35. 35. Cf. EVANG. LUTH. SYNODE, 25 Jahre Gotteskasten-Arbeit in Brasilien, p. 29.
  36. 36. Cf. Wilhelm FUGMANN, Die Deutschen in Paraná, p. 67.
  37. 37. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 136.
  38. 38. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 126, 140.
  39. 39. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 142.
  40. 40. Cf. EVANG. LUTHER. SYNODE VON SANTA CATHARINA, PARANÁ U. ANDERN STAATEN, Evang. Lutherisches Gemeindeblatt, 18. Jahrgang, n. 2, p. 13s.
  41. 41. Cf. Wilhelm FUGMANN, Die Deutschen in Paraná, p. 68.
  42. 42. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 120, 126s, 144, 147s.
  43. 43. Cf. LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 120, 126s, 144, 147s.
  44. 44. Cf. Wilhelm FUGMANN, Die Deutschen in Paraná, p. 68; LUTHERISCHE KIRCHE IN BRASILIEN, Lutherische Kirche in Brasilien, p. 138; EVANG. LUTHER.SYNODE VON SANTA CATHARINA, PARANÁ U. ANDERN STAATEN. Evang. Lutherisches Gemeindeblatt, 9. Jahrgang, n. 8, p. 62.